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Da redação – Os novos livros didáticos produzidos a partir de 2020 para o ensino público refletem o plano do governo ilegítimo de Jair Bolsonaro de aplicar o projeto Escola Com Fascismo, na prática e desde já.

No último dia 2, o Ministério da Educação, comandado pelo colombiano Ricardo Vélez (olavete e uribista – em referência ao ex-presidente de extrema-direita da Colômbia, Alvaro Uribe), modificou o edital para os livros didáticos.

Agora, o conteúdo dos livros do ensino fundamental não fará mais referência à opressão contra as mulheres, os quilombolas e índios, os negros e demais populações oprimidas.

Além disso, a qualidade dos livros irá diminuir absurdamente, uma vez que não irão conter as referências bibliográficas do conteúdo do livro e não precisarão ser revisados para corrigir erros de português.

Trata-se, na prática, da censura nos livros da realidade do Brasil e do mundo. É a aplicação na prática do Escola Com Fascismo, pois o conteúdo será totalmente distorcido, atacando os povos oprimidos, com uma orientação abertamente de direita e manipuladora. Sem as referências bibliográficas, ficará ainda mais fácil inserir mentiras históricas nos livros, sem nem mesmo precisar comprovar o mínimo de veracidade das informações.

Mais ainda: os livros didáticos terão propaganda de empresas capitalistas. Terão a publicidade de produtos e de companhias, retirando completamente o caráter didático dos livros, para beneficiar justamente os patrocinadores de Bolsonaro, que o levaram até o governo. Um governo de capitalistas e contra a educação pública.

Os professores e estudantes devem, de maneira imediata, reagir a esse brutal ataque do governo golpista e ilegítimo à educação. Esse é o maior dos ataques, uma vez que leva em si o programa fascista do chamado “Escola Sem Partido”, que busca censurar e reprimir estudantes e professores nas escolas, dentro de um quadrão geral de controle do povo a nível estatal.

É preciso ocupar as escolas, organizar comitês de professores contra essa tentativa de esmagar o ensino público, levar os estudantes a se juntarem em um só coro contra essa política do golpe de estado e pela derrubada do fascista Jair Bolsonaro e todo o seu governo de extrema-direita.

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