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Da redação – Durante o governo do ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, o ditatorial regime político colombiano atraiu as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) para uma armadilha. Trata-se do acordo de paz firmado em 2016, supostamente para “encerrar a guerra” no país, que deixou centenas de milhares de mortos. O problema é que, para cumprir sua parte no acordo, a guerrilha deveria depor suas armas. Dessa forma, os guerrilheiros ficaram expostos diante da extrema-direita colombiana.

A guerrilha foi transformada em partido, a Força Alternativa Revolucionária. Nas eleições, o desempenho desse partido foi pífio, o que não surpreende levando-se em conta que o pleito é controlado pela direita. Diante disso, os 12 mil membros das FARC que deixaram as armas trocaram seu movimento por um partido sem expressão eleitoral sabotado pela burguesia nas eleições. Além disso, o que é mais grave, lideranças foram assassinadas depois do acordo.

Agora, o novo presidente da Colômbia, Iván Duque, é um político de extrema-direita, que foi apoiado pelo ex-presidente Álvaro Uribe, ligado a paramilitares que combatiam a guerrilha e aterrorizavam a população pobre. Teoricamente, o acordo ainda está em vigor. Agora 31 lideranças guerrilheiras devem prestar contas sobre o que fizeram sob a vigência do acordo. Eles devem apresentar um relatório sobre suas atividades, incluindo trabalhos humanitários na localização de restos mortais de vítimas da guerra civil. No entanto, muitas dessas lideranças já deixaram as zonas de integração em que deveriam estar. Essa medida deve se mostrar prudente, diante do fato de que a extrema-direita agora está no governo, e deve retomar uma dura perseguição política contra toda a esquerda no país.

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