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Violação de direitos humanos

Lenín Moreno aproveita a crise e instala estado de exceção no Equador

Defensoria pública registra 4.204 denúncias de violação de direitos humanos em plena crise. L. Moreno aproveita e a crise aprofunda sua política.

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Corpos pelas ruas de Guayaquil, que vive desastre sanitário. Imagem: reprodução/twitter –

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Da redação – A defensoria pública do Equador divulgou nesta quarta (22/04) que, até o momento, recebeu cerca de 4.204 denúncias de violação de direitos humanos por conta do estado de exceção tocado pelo governo de Lenín Moreno, golpista e traidor do povo equatoriano.

Entre os principais problemas estão, a pobreza e falta de rendimentos da população, falta de alimentos, moradia, falta de transportes, especulação econômica com itens de primeira necessidade como alimentos e remédios. Há, ainda, centenas de denúncias pela falta de tratamento aos mortos por coronavírus, aonde muitos permanecem dias sem serem recolhidos pelo serviço funerário, a presença de cadáveres pelas ruas e a falta de testes para a Covid-19.

Até o momento as autoridades públicas informam que está sendo feita uma força-tarefa que já recolheu cerca de 1900 corpos das casas, número divulgado oficialmente que é certamente muito menor do que realmente está realmente acontecendo, como em outros países.

O povo equatoriano, que já sofria duros ataques da política neoliberal de Lenín Moreno, está sofrendo ainda mais durante a crise sanitária e econômica decorrente da pandemia, e está sendo massacrada pelo governo que não recua de sua política de fome, receitada por Washington (EUA).

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