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O Hospital Universitário da USP sofre com vários cortes, tendo no final do ano passado paralisação de funcionários para denunciar o desmonte. Todos os problemas encontrados, fazem com que o serviço fique cada vez pior e que a sanha privatista se intensifique mais. Nesse sentido, não só o desmonte do Hospital Universitário, como os ataques aos demais serviços da USP, são boicotados e precarizados com o objetivo de privatiza-los.

O caso do Hospital Universitário começou na sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018, quando os serviços de abastecimento precisaram ser parados para uma manutenção que inicialmente estava programada para terminar na madrugada de 24 de fevereiro. Apesar disto, no dia 26 de fevereiro, ainda não havia água no hospital, que precisou improvisar saídas para o funcionamento, como parentes dos internados levando água para o banho e limpeza.

Os golpistas pretendem entregar todo o setor público para a iniciativa privada, sendo as universidades uma das principais organizações atacadas. Os ataques feitos pela direita geralmente utilizam do sucateamento para ampliar as privatizações e entregar toda a riqueza do país para os imperialistas.

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