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Atos em todas as capitais

Encher as ruas de todo o País neste dia 29

Mobilização tomará às ruas de todo país, por auxílio, vacina e contra a privatização, participe!

Após a manifestação realizada neste dia 26 em Brasília, restante do país sairá às ruas no dia 29 – Reprodução

O dia 29 de maio, dia nacional de mobilizações em todo país se aproxima. Restam menos de três dias para a população brasileira tomar mais uma vez as ruas contra o regime golpista. Para que possamos fazer desta data um importante impulso para a mobilização, é necessária uma grande convocação, mobilizar todos os setores oprimidos, para encher as ruas de todo país neste sábado.

As manifestações estão marcadas para ocorrer em todas as capitais do país. Neste dia 26, está sendo dada a largada com o ato realizado em Brasília na frente do Congresso Nacional, já neste sábado será a vez do restante da classe trabalhadora brasileira tomar às ruas.

Divulgados na Causa Operária TV, inúmeros vídeos de militantes do PCO e demais partidos da esquerda vem sendo publicados convocando os atos de rua.

Militantes de todo país convocam mobilizações

Em São Paulo, o ato ocorrerá às 16 horas em frente ao MASP, na região central da cidade. Na convocação, Antônio Carlos, dirigente nacional do PCO, destaca que “a terceira plenária nacional dos comitês de luta decidiu corretamente em chamar atos de rua (…) vamos apresentar uma perspectiva de luta, para impor as reivindicações dos trabalhadores”.

O vídeo pode ser visto clicando aqui.

Além de Antônio Carlos, outros dirigentes nacionais do PCO chamaram manifestações pelo país. Henrique Simonard, dirigente na cidade do Rio de Janeiro, também reforçou o convite para o ato que ocorrerá na Candelária às 10h.

Já no sul do país, a manifestação ocorrerá também nas três capitais. O dirigente e militante da Corrente Sindical Luta Metalúrgica, Matheus Vetter, destacou também a importância do ato, e chamou toda classe trabalhadora a se mobilizar. Vale dizer, que com o chamado mais de um ônibus de metalúrgicos da cidade de Blumenau, já estão confirmados para participar do ato a ser realizado em Florianópolis.

Neste mesmo sentido, uma série de atos ocorrerão pelo país. Demais vídeos, podem ser vistos aqui.

Quebrando a paralisia, tomas às ruas

O fato das manifestações terem sido marcadas representam desde já uma grande vitória para a mobilização dos trabalhadores em todo país. Há um mês, as direções da esquerda pequeno-burguesa brasileira paralisavam o movimento com a campanha do “fique em casa”, mesmo que toda classe trabalhadora não houvesse deixado de estar nas ruas trabalhando, um único momento desde que a pandemia começou.

Contudo, foi com a realização dos atos de 31 de março, dos quais militantes e ativistas políticos expulsaram das ruas os fascistas que comemoravam o golpe militar de 1964, e sobretudo, com a realização do grande ato nacional de 1

º de maio em São Paulo convocado pelo Partido da Causa Operária, que movimento chegou a ponto de inflexão. A partir deste momento, a classe trabalhadora em todo país passou a superar pouco a pouco a política de suas direções e tomar às ruas, realizar greves e impulsionar a luta contra o golpe.

Assim, atos como os do dia 13 foram realizados, greves como dos metroviários em São Paulo, dos portuários em todo país, passaram a ser realizadas. O momento político se alterou e claramente tende totalmente à esquerda.

Agora, o movimento dos trabalhadores precisa tomar às ruas mais uma vez para reivindicar não apenas os seus direitos, mas também lutar por sua sobrevivência em meio a pandemia.

Duas reivindicações se mostram urgentes para a situação: a vacinação imediata de toda população e um auxílio emergencial capaz de atender as necessidades dos trabalhadores. Para garantir isso, é preciso levar a frente um programa de luta, que passa pela mobilização deste dia 29 e pelo impulsionamento de um movimento geral dos trabalhadores.

Por um programa de luta

Para garantir a vacinação imediata é inclusive fundamental exigir a quebra das patentes. Este questão está ligada diretamente ao problema de que o imperialismo concentra grande parte da produção mundial das vacinas e as monopoliza, vacinando sua população para conter a crise, e empurrando o genocídio para os países atrasados.

Quanto ao problema do auxílio emergencial, os números de trabalhadores que passam fome no Brasil, hoje 120 milhões, já demonstram bem este problema. A esmola dada antes pelo governo federal se reduziu ao nada, hoje os trabalhadores não tem como por comida na mesa em plena pandemia e aumento dos preços de produtos básicos como gás, água, luz e alimentação. Exigir um auxilio emergencial de no mínimo um salário mínimo é a única maneira de garantir a sobrevivência deste setor.

Outro problema é a luta contra o desemprego e a privatização. Setores como os Correios, portuários, eletricitários e petroleiros, enfrentam desde o início do golpe de estado uma intensa política de privatização, e com isso, demissões em massa.

Hoje, há no Brasil cerca de 14 milhões de desempregados. Os capitalistas justificam a crise como pretexto para demitir cada vez mais trabalhadores, contudo, a classe operária deve exigir de, no lugar de demitir, diminuir a jornada de trabalho para 35 horas semanais – sem redução salarial -, abrindo novos postos de trabalho para a população. O trabalhador tem direito a trabalhar, e sua sobrevivência não pode depender da crise dos grandes capitalistas.

No mesmo sentido, a privatização representa a entrega não apenas das empresas nacionais ao capital estrangeiro, mas também a quebra dos direitos trabalhistas, a amplificação das demissões em massa e uma política de total esmagamento dos trabalhadores.

Levando estas reivindicações, este programa de luta para às ruas, que a classe trabalhadora poderá lutar pela sua sobrevivência e pelo fim do regime golpista.

Por isso, é necessário tomar às ruas, ocupar as capitais de todo país, por auxílio, vacina e Fora Bolsonaro e todos os golpistas.

Abaixo pode ser encontrado a lista de capitais, lugares e horários onde haverão atos neste dia 29. Participe!

Norte

PA – Belém – Pça da República | 8h

TO –  Palmas –  Av. Juscelimo Kubitschek –  em frente ao Palácio Araguaia | 9 h

Nordeste

AL – Maceió – Praça dos Martírios | 9h

BA – Salvador – Largo do Campo Grande | 10h

CE – Fortaleza – Praça da Gentilandia | 15h30

MA – São Luís – Praça Deodoro | 16H

PE – Recife – Praça do Derby | 9 h

PI – Teresina – Praça Rio Branco | 16h

RN – Natal – Em frente ao Midway Mall | 15h

SE – Aracaju – Pça de Eventos entre os Mercados | 8h

Centro-Oeste

DF – Brasília – Teatro Nacional | 9h

GO – Goiânia – Praça Cívica | 9h

MS – Campo Grande – em frente a UFMS – 8h

MT – Cuiabá – Praça Alencastro | 15h

Sudeste

ES – Vitória – UFES | 15h

MG – Belo Horizonte – Praça da Liberdade | 10H

RJ – Rio de Janeiro – Monumento Zumbi dos Palmares | 10h

SP – São Paulo – MASP | 16h

Sul

PR – Curitiba – Praça Santos Andrade | 16h

SC – Florianópolis – Largo da Alfândega | 10h

RS – Porto Alegre – Prefeitura | 15h

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O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

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