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A Semana, como toda inovação, não foi bem acolhida pelos tradicionais paulistas, e a crítica não poupou esforços para destruir O movimento que marcou o início do modernismo no Brasil, a Semana de Arte Moderna, realizada no Teatro Municipal, em São Paulo, chegava ao fim, no 17 de fevereiro de 1922. O evento aconteceu em cinco dias, em que foram trabalhados, a cada dia, um aspecto cultural (pintura, escultura, poesia, literatura e música).

Teve como principal propósito renovar, transformar o movimento artístico e cultural urbano, tanto na literatura, quanto nas artes plásticas, na arquitetura e na música. Uma espécie de antropofagia antecipada que iria subverter uma produção artística, criar uma arte essencialmente brasileira, embora em sintonia com as novas tendências européias, essa era basicamente a intenção dos modernistas.

Participaram da Semana nomes consagrados do modernismo brasileiro, como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Víctor Brecheret, Plínio Salgado, Anita Malfatti, Menotti Del Pichia, Guilherme de Almeida, Sérgio Milliet, Heitor Villa-Lobos,Tácito de Almeida e Di Cavalcanti. Tarsila do Amaral, considerada um dos grandes pilares do modernismo brasileiro, estava em Paris e, por esse motivo, não participou do evento.

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