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Diariamente muitas mulheres sofrem os efeitos da opressão, oriunda do sistema capitalista. Não diferente com Luciane Pinheiro, de 37 anos, gestante. Com um feto com malformação congênita, a mielomeningocele, necessitava de uma cirurgia intrauterina para evitar complicações posteriores, como hidrocefalia.

A mielomeningocele é caracterizada pela exposição das meninges, raízes nervosas e medula e tal malformação só pode ser corrigida cirurgicamente até a 26ª semana gestacional.

No caso de Luciane, ela solicitou a realização do procedimento à Amil. Em seu primeiro pedido, efetuado dia 28 de maio passado, a empresa de assistência médica negou, alegando que esta cirurgia não era prevista pela Agencia Nacional de Saúde. Ela, então, abriu uma ação judicial, a qual ganhou, na tentativa de, assim, conseguir realizar a operação.

Luciane ganhou, supostamente, a causa. Isso porque, apesar da cirurgia ter sido marcada para esta segunda, dia 4, data limite para que ela possa efetuar a cirurgia intrauterina, a Amil ainda não autorizou o procedimento. Leandro Borges de Figueiredo, juiz da 8ª Vara Cível de Brasília decretou urgência no caso. Ainda assim a empresa segue negando o pedido.

A situação ocorrida com Luciane é um exemplo claro da forma com que as mulheres são tratadas no sistema capitalista. Como se sabe a prática de aborto é proibida no país. Nesse sentido, nenhuma mulher tem o direito de tomar qualquer decisão referente à seus corpos. Sendo forçadas a manterem a gravidez, também não podem levá-lá com segurança, garantido seu bem estar e do feto. Nesse caso, a criança nascerá com severas complicações devido ao procedimento negado.

Com o avanço do golpe, essas práticas se tornam cada vez mais comuns, sendo a tendência de casos como o de Luciane aumentar drasticamente. Isso porque o programa da direita é claro: manter a condição de escravização social da mulher, acabando, totalmente, com qualquer direito de saúde, para si e para o feto, que lhes possam ser assegurados. Logo a luta contra o golpe é também pelos direitos de todas as mulheres. Para que situações como essa não se repitam e para que todas elas possam ter o poder de decidir o que é mais conveniente para si e para seus filhos, caso desejem os ter.

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