Após 5 décadas de hostilidades
O acordo foi considerado uma “traição ao mundo árabe” por líderes como o do Irã
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
israel emirados
O Primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu (à esquerda) e o Príncipe Mohammed bin Zayed Al Na | AFP Foto/GALI TIBBON, Odd ANDERSEN

No último sábado (29), os Emirados Árabes Unidos anularam uma lei que proibia qualquer forma de cooperação entre Israel e seus cidadãos. A legislação estava vigente desde o estabelecimento dos Emirados como uma federação de monarquias no início dos anos 1970.

A anulação da lei configura um acordo com Israel, que foi realizado com a articulação do governo norte-americano de Donald Trump.

A ação causou indignação entre outros líderes árabes, como o líder iraniano, aiatolá Ali Khamenei. Ele afirmou, em discurso, nesta terça-feira (1º):

“Claro, a traição dos Emirados Árabes Unidos (EAU) não vai durar muito, mas este estigma será sempre lembrado. Eles permitiram que o regime sionista tivesse um ponto de apoio na região e se esqueceram da Palestina”

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas