Ataque à Juventude
A voltas às aulas presenciais em meio a pandemia do coronavírus, já está sendo programada em todo o país, mesmo com 101 mil mortes registradas.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
aulaspresenciais
Volta às aulas presenciais. | Foto: Reprodução

A voltas às aulas presenciais em meio a pandemia do coronavírus, já está sendo programada em todo o país. Em regiões como Amazonas, Distrito Federal, São Paulo e Paraná já foi definida uma data de retorno às atividades, entre as capitais, São Luís (MA) e Belém (PA) anunciam a data de programação para setembro. 

Em São Paulo, a previsão é para 7 de outubro e o retorno seria de forma gradual de todas as séries, da educação infantil ao ensino médio. Já no DF é previsto a volta dos estudantes já a partir do dia 31 de agosto, com o retorno previsto pelas turmas mais velhas, depois secundaristas e por ultimo educação infantil. No Paraná, ainda não foi decidido a escala de retorno às atividades. 

Embora não exista nenhum protocolo de retorno por parte do Ministério da Educação, a presidente do Consed (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação) afirma que quase todo mundo (todas as regiões) têm um plano pré-definido. Mesmo sabendo que o país se aproxima de aproximadamente 101 mil mortes registradas e 3 milhões de casos confirmados, o presidente da Undime (entidade que representa os secretários municipais de educação) afirma que não existem informações técnicas consistentes para compor um retorno “seguro”, por parte dos ministérios de educação e saúde. 

Nesse sentido, cedendo às pressões e manipulações da burguesia covarde direitista e sua política desesperada em detrimento de manter a economia acesa, é escancarada a política genocida dos órgãos federais e seus atuais dirigentes. Um exemplo claro desse regime, é a pressão feita por parte dos dominantes da economia, no meio educacional como os proprietários das escolas particulares, que pressionam para que aconteça o quanto antes o retorno das aulas presenciais, para salvar o lucro da empresa, assim como os bancos e grandes capitalistas se preocupam em salvar a “saúde” econômica e seus respectivos negócios.

Em meio a crise sanitária é denunciado pelos trabalhadores da saúde, que sequer existe álcool em gel dentro dos hospitais públicos, imagina nas instituições de ensino público. Dessa forma, entende-se que, de forma prática, as redes públicas não tem condição de seguir os planos de medida de higiene para combater o COVID-19. Diferentemente do regime particular de ensino, que existe suporte econômico. Por exemplo, na cidade de São Paulo, sabe-se que dois colégios da rede particular, Dante Alighieri e o Colégio Bandeirantes, firmaram convênios com o Hospital Albert Einstein e o Sírio-Libanês, hospitais destinados a extrema elite burguesa da população, onde foi elaborado um protocolo de saúde exclusivamente para a retomada as aulas. Já na rede de ensino pública, como já colocado anteriormente, não existe sequer orientação e coordenação do governo federal sobre os parâmetros de saúde. 

Finalmente, a direita se aproveita da distração com a pandemia e o despreparo e consequentemente paralisação da esquerda para atacar as classes menos favorecidas, para que possa se manter no topo da pirâmide. A única forma de combater essa ameaça a política estudantil e o atropelo a vida das pessoas, se dá pela mobilização organizada, a juventude deve ser a linha de frente da luta em meio à crise, para o combate direto ao governo fascista e seu programa genocida. Volta às aulas, só com o fim da pandemia e com vacina.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas