Censura
Em Porto Seguro é proibido falar contra a privatização da água
No município as empresas de comunidação de Outdoor se recusam a prestar serviços para os movimentos sociais que lutam contra a privatização da água
audiencia porto seguro
Censura
Em Porto Seguro é proibido falar contra a privatização da água
No município as empresas de comunidação de Outdoor se recusam a prestar serviços para os movimentos sociais que lutam contra a privatização da água
Audiência mal convocada onde a população foi impedida de falar. Ascom – Prefeitura de Porto Seguro
audiencia porto seguro
Audiência mal convocada onde a população foi impedida de falar. Ascom – Prefeitura de Porto Seguro

No município de Porto Seguro, no Extremo Sul da Bahia, a prefeitura da cidade está privatizando a água e os serviços de esgoto da cidade escondida da população. Esse processo de privatização da água está marcado para o próximo dia 23 de setembro, atráves da avaliação das propostas das empresas interessadas em lucrar as custas da exploração da população.

A prefeitura golpista, organizou audiências públicas totalmente controladas e sem nenhuma divulgação, onde a população era proibida de falar. Mesmo assim, onde foi realizada a população rejeitou a privatização da água.

A privatização está levando a população se organizar contra a privatização a água e movimentos sociais, partidos políticos de esquerda e sindicatos estão organizando a luta contra a privatização e denunciando as consequências do processo de privatização.

Essas organizações pertencentes a Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo, tentaram colocar em outdoors da cidade a denúncia da privatização. A empresa de propaganda da cidade que controla esses serviços, a J.G Outdoor ou pelo nome fantasia Na Placa Outdoor se recusou a colocar os informes contra a privatização e a exposição de políticos da cidade. Isso ocorreu mesmo após os serviços serem pagos.

É um conluio entre empresários e prefeituras para esconder o processo de privatização a água e qualquer tentativa de evitar mais esse crime contra o patrimônio público.

Falar ou divulgar sobre a privatização da água em Porto Seguro está proibido porque é um duro golpe contra a população trabalhadora da cidade que vai ter que pagar mais por um serviço de pior qualidade e sem nenhum investimento da empresa privada.

A prefeitura tem medo que a população tenha conhecimento da privatização e das consequências da retirada dos serviços de água e esgoto da Embasa. É preciso realizar uma enorme campanha entre a população contra a privatização da água e impedir da maneira que for necessária a entrega da água para empresas privadas que apenas querem lucrar as custas dos trabalhadores.