Demissão nos bancos
O Bradesco, segundo maior banco privado do País, vem reduzindo substancialmente o seu quadro de funcionários
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Bradesco | Foto: Reprodução

A direção golpista do Bradesco partiu para uma nova ofensiva contra os trabalhadores do banco.

De final de setembro deste ano até agora já foram demitidos mais mil e duzentos bancários.

Depois dos banqueiros anunciarem que pretendem fechar 500 agências em todo o país, já começam a despejar no olho da rua milhares de trabalhadores.

Além de sofrerem todo o tipo de arbitrariedades, pressões, arrogância, assédio por parte dos chefes de plantão dos banqueiros, os bancários convivem com o fantasma das demissões rondando as suas cabeças.

O Bradesco, segundo maior banco privado do País, vem reduzindo substancialmente o seu quadro de funcionários e, partiu para uma nova ofensiva, quando demite milhares de trabalhadores, mesmo em tempos de pandemia e, inclusive passando por cima de acordo firmado com as direções sindicais.

Em 2019 o banco já havia fechado 414 agências, o que teve como consequências a demissão de milhares de pais e mães de família.

Os principais bancos privados do país, Bradesco, Itaú, Santander, Safra, aumentaram a ofensiva contra a categoria ao jogar no olho da rua milhares de trabalhadores; nos bancos públicos, o Banco do Nordeste e o Banrisul, anunciaram recentemente mais um famigerado Plano de Demissão “Voluntária”, com o objetivo de enxugar o quadro funcional como preparação para a privatização.

Os cinco maiores bancos no Brasil (BB, CEF, Itaú, Bradesco, Santander) já anunciaram o fechamento de centenas de agências no país.

Colocada em prática tal política, no próximo período, haverá a possibilidade da demissão de cerca de 100 mil trabalhadores bancários e, logicamente, esse milhares de trabalhadores passarão a fazer parte do contingente de milhões de miseráveis brasileiros, já que não há a possibilidade desses trabalhadores se inserirem novamente no “mercado de trabalho”.

As demissões são uma das faces da política dos banqueiros e seus governos, de descarregar sobre as costas dos trabalhadores o ônus de toda uma anarquia financeira, capitalista, levada às últimas consequências por um punhado de parasitas especuladores, que têm levado a economia nacional à falência.

No embalo dessa ofensiva, os banqueiros estão se aproveitando da crise da pandemia para aprofundar, ainda mais, a política de demissões na categoria bancária.

É preciso barrar a ofensiva dos banqueiros. Somente uma ampla mobilização poderá pôr fim às demissões e os ataques dos patrões.

Os sindicatos devem abrir as suas porta imediatamente e  mobilizar os trabalhadores contra a onda de demissões que certamente continuará a ocorrer.

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