Déficit de vacinação
Capital paulista sofre com drástica queda de pessoas vacinadas, e o “cientifico” PSDB não tem a menor preocupação em fazer uma campanha de vacinação
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Sete das oito vacinas obrigatórias estão abaixo da meta de vacinação | Foto: Marcelo Camargo

Dados da prefeitura de São Paulo mostram que importantes vacinas para crianças de até 2 anos, como a BGC e a do sarampo, não atingiram a meta traçada para o 1º semestre de 2020. O resultado disso foi que sete das oito vacinas obrigatórias estão abaixo da meta de vacinação. 

Só a BGC – que é contra a tuberculose –  tem menos de 60% de vacinação na capital, na campanha deste ano, sendo que o recomendável, é que haja ao menos 90% da faixa etária vacinada. As demais vacinas que ficaram abaixo da meta foram: sarampo, caxumba e rubéola, atingindo 88,9% da meta, e a poliomielite, aplicada em apenas 79,45% da faixa etária indicada.

Vale lembrar que sarampo e caxumba, são doenças que tinham sido consideradas como erradicadas do Brasil, mas hoje, sofremos com uma nova onda de sarampo desde 2018 e a caxumba teve um surto há cerca de três anos atrás, e, a  vacina para caxumba precisa ser renovada em idade adulta. 

A coordenadora do Programa Municipal de Imunizações da Prefeitura de São Paulo, Adriana Peris, em entrevista ao G1 afirma que “é preocupação muito grande para toda saúde e para o programa de imunização ter essa cobertura baixa. Porque as pessoas agora estão preocupadas com a Covid-19 e querendo a vacina contra o coronavírus, e esquecem que temos vacinas para tantas outras doenças, que são muito graves e muito letais também, e que as pessoas não tomam.”

Não podemos considerar como ofensor a pandemia de coronavírus, porque o povo está saindo às ruas normalmente para ir aos grandes centros comerciais, indo aos bares e acima de tudo, tendo que ir trabalhar em meios de transportes lotados em horário de pico. Quem vive no mundo real, sabe muito bem que a quarentena na cidade de São Paulo foi uma farsa, pois a classe trabalhadora e pobre nunca foi poupada. 

O que podemos apontar com tranquilidade como ofensores desse déficit de vacinação, são pelo menos dois pontos, que são cruciais:

Primeiro é essa campanha de que a vacina é “um grande mal para a sociedade”. Segundo, é que o governo tucano consegue ser pior do que toda a extrema-direita junta, pois diante de um quadro catastrófico como este, não inclui em suas medidas, uma campanha de vacinação em massa, principalmente para os casos das oito vacinas obrigatórias para crianças de até 2 anos de idade.  

A prefeitura de SP, conta com um canal no YouTube há cerca de seis meses e, não localizamos um vídeo de incentivo à vacinação. Sem mencionar que estamos falando da maior prefeitura do país, que tem à sua disposição um aparato de propaganda gigantesco de comunicação. Não massifica essa campanha, porque não quer! 

A responsabilidade por esse atual cenário vergonhoso, é sim do governo tucano, que além de não ter a mínima preocupação em investir em publicidade para a campanha de vacinação, quer a retomada do calendário escolar, ainda este ano, para aglomerar várias crianças em salas de aula e agravar mais ainda a crise sanitária, onde São Paulo é o epicentro do Brasil e umas das cidades com o maior números de infectados no mundo. 

É preciso uma mobilização contra a aberração que é o governo tucano, para a sua derrubada, pois enquanto essa dinastia do PSDB permanecer em São Paulo, não existe esperança para o povo.  

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