O Brasil dos golpistas
Terra do “científico” ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), o MS acumula Covid-19, queimadas e agora a dengue
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MS no Centro-Oeste do país sofre com a Covid-19, queimadas e agora a Dengue | Foto: James Gathany

Tradicionalmente afetado devido às características climáticas aliadas às péssimas condições de infraestrutura e de saúde, o Mato Grosso do Sul tem registrado o maior índice de óbitos por dengue no país.

Os dados do boletim epidemiológico divulgado na última quarta-feira (28) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) mostram que os casos de dengue voltaram a assombrar a população do MS.

O boletim considerou o período de janeiro a outubro de 2020 e apontou 42 mortes até o momento, enquanto que em todos os doze meses de 2019, o Estado registrara 32 mortes.

Para piorar a vida dos moradores esse surto na retomada dos casos de dengue em MS ocorrem simultaneamente ao aumento dos contágios pela pandemia de Covid-19 onde o Estado registra 82.344 contaminados e 1.592 mortes causadas pela doença.

A capital, Campo Grande segue sendo a cidade com o maior número de mortes pela doença. Foram sete óbitos até o momento. Em seguida estão as cidades de Corumbá com 04 óbitos, Dourados e Naviraí com 03, Mundo Novo, Caarapó, Ponta Porã, Itaporã e Chapadão do Sul com 02, Sete Quedas, Itaquiraí, Laguna Carapã, Ivinhema, Nova Andradina, Sidrolândia, Anastácio, Bodoquena, Miranda, Aquidauana, São Gabriel do Oeste, Pedro Gomes, Costa Rica, Cassilândia e Paranaíba com 01 caso cada.

Ainda de acordo com o boletim da SES, destes 42 óbitos, 27 apresentavam comorbidades que contribuíram para agravar o quadro clínico dos pacientes. As maiores afetadas são as mulheres, com 55,7%, antes os 44,3% dos homens. Do mesmo modo constatou-se que os sul-mato-grossenses que possuem entre 20 e 39 anos tem sido o público mais vulnerável à doença tropical.

A Dengue é uma doença febril intensa transmitida por um vírus através de picadas de vetores, no caso o mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em qualquer acúmulo de água parada. A proliferação do mosquito está intimamente associada à falta de saneamento básico e o esgoto muitas vezes à céu aberto que atravessam os bairros operários por todo o país.

Como se já não bastassem a Covid-19 e as queimadas criminosas em Mato Grosso do Sul, terra do “científico” ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), agora a Dengue também assola a população trabalhadora local que diante de tanto descaso só tem possui uma única saída, a organização popular.

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