Domesticando a juventude.
Enquanto a esquerda não mobiliza, Bolsonaro abre mais escolas militares.
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Bolsonaro numa escola militar. | Foto: Marcos Corrêa(PR)/Flickr

Mesmo com a pandemia, algumas escolas militares abriram neste mês de julho, como é o caso da Escola Municipal Cívico Militar de Ensino Fundamental São Pedro, em Bagé, Rio Grande do Sul, Colégio Estadual Aníbal Benévolo, em Rio de Janeiro, e será construída as novas instalações da Escola Cívico-Militar Municipal Quinze de Novembro, no distrito de Jaíba, Feira de Santana.

É importante destacar que dada a crise capitalista que se intensificou com o coronavírus, a burguesia não tem outra saída que não seja a reabertura do comércio. Com a volta as aulas, a atividade econômica mesmo mantendo-se na crise, alivia a sua queda, mas isso tudo com o preço de vida de milhares de professores, funcionários, estudantes e seus familiares.

Além disso, a expansão da política dessas escolas militares possuem a função de domesticar os estudantes para não lutarem por seus direitos, tendo em vista da situação caótica que o Brasil vive, como a pesquisa recente do IBGE, que mostra que mais da metade da população trabalhadora está desempregada.

Em contrapartida, a UNE, não mobiliza. Ao contrário, procura iludir os estudantes com atos online e defende o indefensável: a política da frente ampla. Como se sabe, esta frente ampla serve apenas para dar o continuamento do golpe de estado de 2016, ao qual é a responsável por toda a situação caótica que o país vive, devido a política de corte de gastos da educação e da saúde.

Somado a isso, existe a crise sanitária que não para de crescer. Os governos capitalistas não possuem interesse algum de confrontar a pandemia. É nítido, inclusive, que esta política de reabertura trata-se de um rolo compressor sem precedente para salvar os lucros dos grandes capitalistas, isto porque com o retorno às aulas, o consumo irá aumentar consideravelmente.

Neste sentido, é preciso que os estudantes criem e fortaleçam os comitês estudantis em luta em todo o país, para pressionar os governos capitalistas para que se suspendam as aulas e que em redes de ensino privado, cancelem as mensalidades. Somente se organizando e mobilizando nas ruas é que esses resultados podem ser atingidos. Além disso, é inquestionável a luta pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas, pois todos esses ataques, oriundos do imperialismo, são personificados por Bolsonaro e toda a corja golpista.

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