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A crise da direita para controlar o regime político tem um desenvolvimento dentro do PSDB, principal partido da articulação imperialista para o golpe de Estado no Brasil. O partido se divide entre suas lideranças para prosseguirem no governo do estado de São Paulo. Esse estado vem sendo governado pelo PSDB desde 1994 e passou pelas mãos dos maiores destruidores da máquina pública paulista, tais como: Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra.

No domingo (18) o partido passou por prévias para definir quem será o candidato tucano para governador do estado. quem está na disputa é o prefeito mauricinho do município de São Paulo, João Doria, com José Aníbal, Floriano Pesaro e Luiz Felipe d’Ávila. Contudo, essas prévias estão marcadas por evidentes fraudes de Doria para conseguir o apoio do do PSDB.

O próprio Geraldo Alckmin, grande incentivador para seu nome no caso das eleições municipais de São Paulo, não declarou apoio para as eleições estaduais. O governador paulista, pré-candidato do PSDB para o governo federal, está elaborando uma composição política para apoiar Mário França (PSB) atual vice-governador de São Paulo. Dessa forma, é notório que o PSDB está rachado e não consegue mais se agregar nem para apoiar seus próprios filiados.

João Doria deve ser o candidato do PSDB para o governo paulista em 2018. No entanto, diante dessas dificuldades que vem encontrando para colocar-se como candidato já demonstra as fraturas no principal grupo da direita golpista. A unidade demonstrada pelo PSDB em outras eleições em torno de suas lideranças foi por água abaixo, ou seja, as contradições de classes escancaradas pelo golpe de Estado começam a desagregar o maior partido golpista do Brasil.

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