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Mais um fator demonstra a crise do imperialismo: a enorme potência da burguesia Russa, que tem em Vladimir Putin seu principal representante. Após uma série de derrotas indiretas para a Rússia, como no caso da Síria, onde ficou claramente evidente o enfraquecimento do imperialismo, o líder Russo chegou ao ponto de contra-atacar diretamente a ameaça americana.

Em comunicado à nação, Putin disse: “se atacada, Rússia responderá com armas nucleares”. A declaração revela duas coisas: o fortalecimento do poder Russo, que não pretende mais se curvar à política do imperialismo, como há 20 anos atrás; e o enfraquecimento do poder imperialista mundial, que vem sendo revelado em diversas ocasiões, como na Espanha, no Oriente Médio e assim por diante.

A crise geral do imperialismo revela que um período de crise revolucionária se aproxima, e que diante de sua magnitude, tem tendência em ser extremamente maior que foi no passado. A política do Putin de não se curvar ao imperialismo está sendo repetida por diversos outros países e povos oprimidos e deve ser apoiada.

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