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Para quem achava que o Exército era blindado à corrupção, acontecimentos recentes mostram o contrário. Na manhã dessa sexta-feira (23), militares das Forças Armadas foram presos durante a operação Shooter, que investiga caso de tráfico de armas no Distrito Federal. A ação busca cumprir 22 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão.

As investigações iniciaram-se há cerca de quatro meses, quando foi percebida uma movimentação de um grupo para venda de armas de uso restrito e de uso permitido, entre as quais espingardas calibre 12 e pistolas 9mm.

Segundo a Polícia Civil, também estão na mira da investigação dois militares da ativa, um da reserva e dois ex-militares. As prisões valem por cinco dias prorrogáveis, uma vez que são prisões preventivas.

Esse caso é interessante para contestar a ideia de que o Exército é uma instituição inabalável a ponto de se apresentar como uma alternativa à crise do regime político. Nada mais equivocado do que pensar nisso. Os próprios militares estão sujeitos aos esquemas de corrupção e à organização criminosa, como nesse caso de tráfico de armas. O povo sabe que o Exército está servindo para reprimir ainda mais duramente a população pobre do País e que, portanto, lugar de Exército é no quartel para proteger o País de invasão.

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