Pandemia em Manaus
O aumento de casos em Manaus será, em breve, o retrato do Brasil se nada for feito.
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Segunda a prefeitura de Manaus não haverá valas coletivas nessa segunda onda da pandemia. | Foto: Reprodução
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Segunda a prefeitura de Manaus não haverá valas coletivas nessa segunda onda da pandemia. | Foto: Reprodução

Enquanto o governo federal prorroga a cada dia o combate à pandemia e a imunização da população, Manaus (AM) vive dias terríveis de sofrimento, internações e mortes nesse mês de janeiro, que já bate recorde em hospitalização em relação a maio do ano passado.

Segundo dados fornecidos pela secretaria de saúde do estado, 1979 pessoas foram internadas com Covid em apenas onze dias. O pior mês da pandemia em Manaus foi em abril, com 2.128 novos casos. Esse novo surto de Covid levou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a afirmar que estuda priorizar vacinação em Manaus para diminuir a contaminação.

O descaso e a incompetência dos governos nas esferas municipal, estadual e federal já refletem na falta de oxigênio nos hospitais, no aumento de 130% de ofertas de leitos, filas de carros funerários na porta dos cemitérios e na possibilidade, segundo a Prefeitura de Manaus, de construir mais covas verticais e instalar contêineres frigoríficos.

Para complicar ainda mais a solução para essa crise sanitária, os comerciantes continuam a pressionar, pois a crise financeira e o modelo econômico excludente e sem rumo dos governos atinge todos.  O governador liberou o funcionamento de algumas atividades não essenciais, pondo apenas restrições de horário. Anunciou ainda um pacote de crédito de 140 milhões no total, para amenizar a situação.

A tragédia no estado, retrato do país, não para por aí, pois a justiça determinou a suspensão total das atividades, incluindo uso de força policial para que a ordem seja mantida, desculpa corriqueira para violentar mais ainda a população, esta a cada dia mais maltratada e sendo colocada como a culpada para o aumento da pandemia, mas mas na verdade são todos os órgãos e políticos burgueses e pequeno burgueses os principais responsáveis.

O momento que o Estado do Amazonas vive não é para se estudar medidas, como afirmou o ministro Pazuello, mas para agir, pois a população sofre a cada dia desde a primeira onda pandêmica. É preciso agir em todo o país, de forma planejada e sem demagogias.

Esse triste cenário amazonense infelizmente se estenderá a todo o país. Enfim, é necessário denunciar os golpistas e organizar a população para cobrar dos governos medidas urgentes para proteger e salvar o povo. A sociedade brasileira clama por um programa competente de vacinação, que seja gratuito e a população exerça seu direito de tomar ou não a vacina. Os órgãos de saúde e meios de comunicação precisam e devem esclarecer e estimular a população a se vacinar, provando sua eficiência, com o povo fiscalizando sua aplicação como sempre ocorreu positivamente em várias campanhas no país.

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