Em 13 estados
Os grevistas, para impedir que o movimento seja sabotado e sufocado, devem organizar piquetes nas portas das unidades paralisadas para garantir o direito de greve
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
01518fde926ddf34256538820cce9b08_XL
Petroleiros estão parados em 92 unidades. Foto: FUP |

Da redação – A greve dos petroleiros completa dez dias nesta segunda-feira (10), com a adesão de 20 mil trabalhadores, que paralisaram 92 unidades da Petrobras em 13 estados do País.

Dentre essas unidades, estão 40 plataformas, 18 terminais, 11 refinarias, 20 unidades operacionais e três bases administrativas.

O movimento grevista tem sofrido diversos ataques brutais do Estado controlado pelos golpistas. No meio da semana passada, o ministro fascista do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra, impôs uma multa de R$ 500 mil aos sindicatos e estabeleceu que 90% dos trabalhadores devem manter suas atividades durante a greve, ou seja, quer que a greve não seja uma greve.

Além disso, o TST bloqueou as contas dos sindicatos.

No final de semana, a Petrobras iniciou a contratação de fura-greves, afirmando que o mesmo Tribunal autorizou essa medida. Isso é mais uma prova cabal do lado em que se encontra – e em que sempre esteve – a Justiça do Trabalho: do lado do capital, não do trabalho.

Os grevistas, para impedir que o movimento seja sabotado e sufocado pelas ações da diretoria bolsonarista da empresa, do TST e das forças de repressão, devem organizar piquetes nas portas das unidades paralisadas para garantir o direito de greve.

A paralisação ocorreu no último dia 1º devido à demissão de mais de mil trabalhadores petroquímicos da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (FAFEN-PR), em Araucária, e o anúncio de seu fechamento pela Petrobras, em janeiro. Desde a metade daquele mês os funcionários da empresa se encontram paralisados, e seu movimento ganhou o apoio de petroleiros do Brasil inteiro, uma vez que a luta dos petroquímicos de Araucária é a mesma luta dos petroleiros do País inteiro: contra as demissões, as privatizações e pelo Fora Bolsonaro, que é o responsável direto pela destruição da Petrobras e sua entrega aos grandes monopólios petrolíferos.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas