Eleições na Venezuela: partidos pró-imperialistas fracassam no boicote eleitoral

maduro

Três partidos direitistas, opositores do regime bolivariano, tentam boicotar as eleições presidenciais, que ocorrem neste domingo (20), da Venezuela. A trinca partidária, apoiada pelo imperialismo, são o Primeiro Justiça, Vontade Popular e Ação Democrática. Eles conclamam o povo a não participarem do certame eleitoral.

Na página eletrônica do partido Primeiro Justiça (Primero Justicia), por exemplo, os direitistas pró-imperialistas acusam as eleições de não serem livres ou legítimas. Dizem que a disputa eleitoral está armada para reeleger o candidato Nicolás Maduro.

Entretanto, as acusações dos direitistas não encontram respaldo na intenção popular. Em pesquisas realizadas por três diferentes institutos, quais sejam, Hinterlaces, Consultores 30.11 e Consulting Services – ICS, a intenção da maioria dos venezuelanos é comparecer às urnas. Os índices coletados pelos institutos apontam que entre 60% e 70% da população pretende exercer seu direito de votar. Ademais, todas essas pesquisas denotam que o candidato preferido é o Nicolás Maduro, atual presidente da república e filiado ao Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), com as intenções de voto entre 40% e 60% dos eleitores.

Da mesma forma que os partidos pró-imperialistas brasileiros, os venezuelanos são golpistas e amplamente desconectados com os anseios populares. Essa enorme contradição, expressada pelos direitistas, é fruto da influência imperialista que deseja controlar as reservas de petróleo, além do mercado interno. É preciso resistir e lutar contra essa corja.