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Como já era previsto faz bastante tempo, foi vitoriosa, nas Eleições realizadas na Itália, uma coligação entre a direita fascistoide, que é ligada a Silvio Berlusconi, e a extrema direita, a Liga do Norte.

Em segundo lugar ficou um partido ambíguo, o “Cinco Estrelas”, formado por um palhaço de profissão, com posições tipicamente pequeno burguesas, como o Podemos, Syriza, no Brasil, Boulos, e que, no caso da Itália, faz a campanha anti-imigrantes. É possível dizer que a direita teve uma vitória acachapante nas eleições.

O partido democrático, de esquerda, teve uma das piores votações de sua história. O restante da esquerda teve uma votação bem reduzida. De um ponto de vista geral, essa é uma das situações mais graves já vistas até agora.

A evolução política dá um salto de qualidade, da direita para a extrema-direira. Essa questão desfaz a ilusão de que o problema da direita e de seu crescimento estaria superado. A vitória da extrema direita é sinal de uma decomposição da dominação do capital financeiro sobre o resto do mundo.

Essa tendência, expressada pela direita italiana, vai se aprofundar. A base econômica para uma recuperação social não está dada, pelo contrário, se deteriora a cada dia que passa. A situação é de crise capitalista que se aprofunda, não é de recuperação.

A política das alas fundamentais do imperialismo vai se chocando com as massas e isso se reflete no terreno eleitoral. Os representantes políticos do capital financeiro já apresentam uma tendência a se deslocar à direita. As inclinações direitistas vem também dos ditos representantes democráticos desses países. Não existe embate entre democracia e extrema direita na Europa, os regimes ditos democráticos vão dar uma guinada à direita.

A crise começa pelo lado mais fraco dos países que dominam a Europa, depois da primeira grande guerra, por exemplo, foi justamente o que aconteceu com Benito Mussolini e a ascensão do fascismo italiano.

Na medida em que o movimento operário não consegue reagir, ele tende a ser arrastado pela extrema direita. Nesse sentido é preciso ver de perto qual a reação da classe operária diante de um governo dessa característica. Tudo pode descambar em uma gigantesca revolta popular.

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