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Existe toda uma excitação, da direita e da esquerda, para as eleições de 2018. Tem partido, como PSOL, que teria determinado que Boulos, do MTST, seria candidato à presidência pelo partido, mesmo sem estar filiado à agremiação. PSTU também já teria deliberado sua candidatura, e, desta vez, não seria Zé Maria, mas o importante é anunciar a candidatura. PCdoB o fez com Manuela D`ávila, que a cada intervenção se mostra ainda mais adaptada ao regime dos golpistas.

A direita também não está perdendo tempo, mas, para esse setor, faz mais sentido o frenesi da proximidade das eleições, isso porque ela, a direita, precisa consolidar o golpe de Estado, com uma eleição fajuta, mas que derrote a esquerda, na verdade, derrote o PT e Lula. As demais candidaturas da esquerda, sem qualquer possibilidade de vencer, se mostram, dessa forma, uma farsa.

Já para a pequena burguesia esquerdista o que está colocado com as eleições é o abandono total da luta contra o golpe de Estado, e uma adaptação completa ao regime dos golpistas. E isso em uma eleição que o próprio coronel Telhada pode controlar as urnas e votos. É uma ilusão completa.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sem que ninguém tenha conhecimento, já editou as resoluções que devem determinar como funcionarão as eleições. Não precisa de lei, basta uma resolução. Não precisa de parlamento eleito pelo povo, basta os ministros. Esse é a característica de um regime de exceção, e que se aprofundou com o golpe de Estado.

Pensar em eleições quando os militares já deram passos largos dentro do regime, quando o Judiciário não obedece nem mesmo a Constituição Federal, é uma fantasia desastrosa. O que está colocado, com urgência, é a luta contra a intervenção militar e a prisão de Lula, que seria a única candidatura capaz de afrontar realmente os objetivos dos golpistas, capaz de aglutinar as forças que estão nas ruas contra o golpe, capaz de polarizar o país entre os golpistas e as vítimas do golpe.

 

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