Eleição em MG escancara a fraude: povo queria um governo de esquerda, as urnas colocaram a direita

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Essas são as eleições mais fraudadas desde o nascimento da Constituição Federal de 1988, quer seja no plano federal, quer seja no plano estadual. Exemplo disto é a eleição para governador em Minas Gerais, cujos candidatos do segundo turno são Romeu Zema (Novo) e Antônio Anastasia (PSDB).

Ambos os candidatos são tipos direitistas com políticas antipopulares, mesmo assim foram fraudulentamente encaminhados para o segundo turno mineiro. Em recente declaração, o candidato Zema afirmou que não iria mais privatizar as empresas estatais. Mais outra mentira eleitoral para enganar os incautos. Zema tenta ludibriar a população depois de ter iludido no primeiro turno. Se a população é contra as privatizações, como pode ter votado no candidato que queria privatizar?

Não obstante o recuo, tudo o que Zema prometeu não passa de uma grande falácia para justificar eventual fraude eleitoral. A maioria da população não compactua com a política do Partido Novo, aquele que já nasceu velho, pois o programa partidário sempre foi o de acabar com o estado para favorecer a burguesia. É preciso, pois, denunciar a grande fraude mineira.