Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
irmuçul
|

Após o golpe de estado promovido pelo imperialismo no Egito, em 2013, o país árabe viveu um aumento significativo da repressão política. Assim como no Brasil e na Argentina, os golpistas estão promovendo uma série de ataques às principais lideranças do país. No Egito, o maior partido do país, a irmandade muçulmana, proibida no país, está sendo brutalmente perseguido pela ditadura do marechal Abdul Fatah Khalil Al-Sisi.

Recentemente, o judiciário egípcio julgou cerca de 700 pessoas que participaram de protestos a favor da Irmandade Muçulmana, condenando 75 à pena de morte, como as lideranças Essam al-Erian, Mohamed Beltagi, o pastor Safwat Higaz e o líder espiritual da Irmandade Muçulmana, Mohamed Badie, além de dezenas de outras pessoas que receberam sentenças de prisão perpétua. A desculpa do governo seria a de que os manifestantes teriam gerado a morte de alguns policiais, o que não seria nada mais que uma intensa reação contra o brutal regime de opressão de Al-Sisi. O julgamento foi tão desumano que a própria ONG de direitos humanos, à favor dos interesses do imperialismo, teve de se declarar contra.

A perseguição ao principal partido do país, justamente por seu não alinhamento com os interesses do imperialismo, é extremamente reacionária. A execução da pena de morte no país e feita por meio do enforcamento, um método medieval. Isso serve para os brasileiros a desumanidade daqueles que lideram o golpe no país. Assim como no Egito, o principal partido da população, o Partido dos Trabalhadores (PT), está tendo suas lideranças perseguidas, e apesar de ainda não termos chegado neste ponto, a direita está defendendo cada vez mais a repressão contra o povo, estimulando medidas como a redução da maioridade penal, a pena de morte, a castração química, a censura e assim por diante.

Vale lembrar que parte da esquerda pequeno-burguesa, como o PSTU e parte do PSOL, defenderam o golpe militar que ocorreu no Egito, chamando-o de revolução.  Eles têm parte da culpa pela perseguição de centenas de militantes contra o golpe no Egito, que saíram às ruas para defender o governo Morsi, primeiro presidente civil eleito pela população. Da mesma forma, são em parte culpados pelos golpes de estado na Ucrânia, hoje nazista, e no Brasil, controlado por Michel Temer, o judiciário e os militares. Por isso, estão totalmente desmoralizados diante da população.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas