Eleições Sindicais
A corrente Educadores em Luta inscreveu a sua chapa mesmo com o golpe da direção do SINPEEM que iniciou um processo eleitoral no sindicato em meio à pandemia.
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Mobilização dos professores municipais de São Paulo. Foto: Reprodução |

Da redação – Os companheiros da corrente Educadores em luta, que há cinco dias denunciaram a armação dada pela direção do SINPEEM (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo) conseguiram ultrapassar os obstáculos colocado pelo golpe dado por Cláudio Fonseca e companhia, e inscreveram a “Chapa Educadores em Luta – Fora Bolsonaro”.

A comissão eleitoral (controlada pela diretoria do SINPEEM) havia definido no dia 13 de abril o prazo de apenas uma semana para inscrição de chapas às eleições para o triênio 2020-2023  e que se encerrou nesta quartas feira, dia 22/04. Ou seja, no desespero de manter o controle do aparato do sindical (que movimenta muito dinheiro e cargos) resolveram ignorar que as escolas estão fechadas em meio à pandemia. Um absurdo! Além disso, impediram que a categoria de conjunto pudesse participar dos fóruns para discutir a melhor maneira de realizar as eleições, assim como dar o tempo necessário para formar uma chapa com ampla discussão na base. Cláudio Fonseca (vereador do PPS, que apoiou João Dória / Bruno Covas nas eleições municipais de 2016) está com medo de um debate democrático na categoria. Assim como não querem explicar o papel que cumpriram como pelegos nas mobilizações dos professores de São Paulo, frente ao brutal ataque de Covas- Bolsonaro contra os educadores e a população.

Cláudio Fonseca e a diretoria atual também precisam explicar porque mantém o sindicato fechado e sem mobilizar a categoria frente aos ataques que estão ocorrendo nesse momento como a retirada de direitos históricos da categoria e inclusive, a possibilidade de redução salarial (objetivo antigo da direita).

Diante do golpe armado para favorecer a burocracia sindical incrustada dentro do sindicato, vários companheiros e companheiras da Corrente Educadores em Luta se mobilizaram e denunciaram o golpe chamando vários companheiros de luta a derrotarem a manobra e inscrever uma oposição de verdade nas eleições do sindicato.

O chamado surtiu efeito e vários companheiros de luta da categoria decidiram somar forças para defender a política que há cinco anos delimitou a esquerda que não abaixa a cabeça para fascista.

Frente a isso, vários companheiros que ao longo destes anos se mobilizaram contra o golpe de Estado implementado no país e os ataques da direita contra a classe trabalhadora e se juntaram a militantes do Partido da Causa Operária (PCO), e formaram a chapa. Também se integraram outros companheiros que lutaram contra o impeachment de Dilma Rousseff, que lutaram nas ruas contra a prisão de Lula, que denunciaram nos fóruns do sindicato os golpistas da categoria. Também se integraram aqueles que participaram de muitas atividades como panfletagens, debates, organização de comitês, que viajaram para Brasília e para Curitiba várias vezes participando dos atos nacionais e que também participaram ativamente das lutas contra a reforma da previdência. Dentre os 35 companheiros integrantes da chapa e apoiadores temos militantes do PCO, simpatizantes da corrente Educadores em luta (vinculada ao PCO), companheiros do PT , que não aceitam abaixar a cabeça para o golpe de Estado, todos estes fazem parte da combativa chapa “Educadores em Luta- Fora Bolsonaro”.

Dado e vencido este passo, o próximo período é de ampliar a discussão com a categoria dos profissionais em educação do município de São Paulo para defender nosso salário, nosso emprego, nossa estabilidade e nossos direitos, compreendendo que somente a luta organizada e concentrada de toda a categoria juntamente com os demais trabalhadores poderá barrar os ataques da direita. Em primeiro lugar, é preciso derrubar todos os golpistas e seu atual chefe, Bolsonaro e assim como revertermos três anos de brutais ataques aos servidores públicos do país e aos trabalhadores de conjunto. Assim como derrubar todos os governos golpistas inimigos dos trabalhadores e dos servidores públicos, como João Dória e Bruno Covas do PSDB em São Paulo.

Peça o boletim “Educadores em Luta” através do contato no boletim para distribuir para os trabalhadores em sua escola e assim ampliar o debate e mobilização da categoria.

Fora Covas! Fora Bolsonaro!

Abrir o sindicato e mobilizar a categoria contra os ataques da direita!

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