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SÃO PAULO, SP, 06.12.2016: EVENTO-SP -  Henrique Meirelle, Geraldo Alckmin, Sérgio Moro, Aécio Neves e Michel Temer  - Cerimônia de premiação ''Brasileiros do Ano'', da Revista ISTOÉ, que homenageia as personalidades que se destacaram em 2016, no Citibank Hall, na zona sul de São Paulo (SP). Serão onze homenageados nas seguintes categorias: Brasileiro do Ano, Justiça, Televisão, Esporte, Teatro, Gestão, Política, Moda, Comunicação, Música e Cultura. (Foto: Diego Padgurschi /Folhapress)
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O presidente ilegítimo, deputado Jair Bolsonaro, eleito nas eleições mais fraudulentas das últimas décadas, o que só foi possível graças à condenação sem provas e prisão ilegal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou como indicado para assumir um “superministério” da Justiça, ampliado com órgãos que estão atualmente em outras pastas, como a Polícia Federal e o Coaf, nada mais nada menos do que o juiz fascista, Sérgio Moro, responsável pelos processos-farsa que serviram de pretexto para a cassação da candidatura de Lula (aceita pela direção do PT).

A decisão foi anunciada nesta quinta-feita, após reunião do juiz com o deputado Bolsonaro, em sua casa no Rio de Janeiro.

Segundo os planos anunciados pela equipe  de Bolsonaro, o “superministério” também vai abrigar a Controladoria-Geral da União, órgão que a princípio deve ter autonomia para investigar integrantes do Executivo, inclusive o próprio ministro da Justiça. Ou seja, Moro seria o responsável até por investigar a si mesmo.

Pelos serviços prestados ao golpe, o juiz apelidado de “Mussolini de Maringá”, ainda pode ter à sua disposição uma indicação para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, quando houver vaga; o que deverá ocorrer no próximo ano, quando o ministro Celso de Mello se aposentar compulsoriamente. Assim Moro pode, pode vir a repetir a trajetória do ministro golpista Alexandre de Moraes, que foi ministro da Justiça de Michel Temer antes de ser indicado ao STF.

Segundo o vice-presidente eleito Hamilton Mourão, Moro já havia sido convidado ao longo da campanha. “Isso faz tempo”, afirmou.

isto significa que o juiz Moro era, há muito, candidato a “superministro” de Bolsonaro e, nessa condição, o juiz, ex-filiado ao PSDB, agiu em causa própria e da chapa do golpe para condenar, prender Lula e ainda realizar “vazamento” ilegal de delações como a do ex-ministro Antonio Palocci, colhida pela Polícia Federal, que foi divulgada na reta final do primeiro turno das eleições presidenciais, exatamente quando o agora presidente eleito teve um significativo crescimento nas pesquisas.  
O caso de Moro é mais uma das muitas evidências escandalosas do caráter totalmente fraudulento da eleição de Bolsonaro, diante do que qualquer reconhecimento de sua suposta legitimidade, por parte da esquerda e de setores da esquerda que lutou contra o golpe não é mais do que uma completa e absurda capitulação.

A esquerda e todos os movimentos de luta dos explorados, devem repudiar totalmente a política de capitulação e colaboração com os golpistas dos setores que defendem a “frente ampla” com os golpistas e denunciar a fraude das eleições que continua produzindo novos episódios golpistas, como a nomeação de Moro, e que prepara o terreno para um nova ofensiva contra o povo brasileiro e a economia nacional.

Fora Bolsonaro, Moro e todos os golpistas. Liberdade imediata para Lula e todos os presos políticos.

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