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Fernando Haddad, former mayor of Sao Paulo, speaks during a press conference with Manuela D'Avila, former presidential candidate for the Communist Party of Brazil (PCdoB), not pictured, in Sao Paulo, Brazil, on Tuesday, Aug. 7, 2018. The Workers' Party and PCdoB announced an alliance backing jailed former president Lula, saying that if electoral authorities decide he cannot run in the election then Haddad and D'Avila would be placed on the ticket. Photographer: Patricia Monteiro/Bloomberg
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Por meio do candidato à vice-presidente da República, o Partido dos Trabalhadores (PT), após ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou, na tarde desta segunda-feira (3), que vai entrar com recursos no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Comitê de Direitos Humanos da ONU para manter a candidatura que os golpistas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram cassar, na última sexta-feira, dia 31.

A decisão de recorrer teria sido fechada durante visita de Haddad e da presidente do partido, a senadora Gleisi Hoffmann, ao ex-presidente na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. Segundo o ex-prefeito de São Paulo,  Lula decidiu apresentar uma petição junto à Organização das Nações Unidas (ONU), requerendo que a entidade se posicione a respeito da liminar emitida pelo Comitê de Direitos Humanos, que determinava ao Brasil a manutenção da candidatura de Lula.

Por certo, a decisão de recorrer a todo tipo de instância em favor da candidatura de Lula e não aceitar as pressões, vindas, em primeiro lugar da direita golpista, para que o PT e esquerda em geral, desistam da candidatura que tem o apoio majoritário da população explorada, e adotem um “plano B”, é um acerto politico. Reafirma a posição já adotada pela direção do PT, da CUT, do MST, do PCO e de outros setores da esquerda (inclusive, dentro do PT e de sua coligação eleitoral) que se opõem à política de capitulação de setores da esquerda burguesa e pequeno burguesa que buscam chegar a um rápido acordo com os golpistas e virar a página do golpe.

É preciso ter claro, no entanto, que essa direita reacionária e golpista, que domina o judiciário e o conjunto do regime golpista, em favor dos interesses do imperialismo norte-americano, os verdadeiros donos do golpe, já deu inúmeras demonstrações de sua decisão de realizar eleições fraudulentas, sem a participação de Lula, único candidato capaz de unificar a esquerda e mobilizar amplas massas pela derrota do golpe de estado.

Como ficou claro no impeahment de Dilma, na aprovação das “reformas” escravocratas do governo Temer, na condenação e prisão de Lula, essa direita não pode ser derrotada por meio de recursos judiciais e ações parlamentares. É preciso derrotar o golpe nas ruas. Repetir e ampliar a iniciativa adotada pelos comitês de luta, pelas organizações de luta dos trabalhadores da cidade e do campo, dos movimentos populares etc. que levaram dezenas de milhares de pessoas à Brasília, no último dia 15, no ato de registro da candidatura de Lula.

É preciso ampliar essa mobilização realizar grandes manifestações em todas as capitas e convocar uma Marcha de 100 mil para ocupar Brasília para exigir a anulação da decisão ilegal do TSE e garantir a liberdade e a candidatura presidencial de Lula, como parte da luta para derrotar o golpe e revogar todas as suas medidas.

 

 

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