PT, PCO, CUT, metalúrgicos, bancários, professores, sem-terra…. todos na Conferência Nacional Contra o Golpe

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Dentro de dois dias reune-se, em São Paulo, o maior fórum de luta contra o golpe de Estado, pela liberdade de Lula e de apoio à candidatura presidencial da maior liderança popular do País, a Conferência Nacional Aberta de Luta Contra o Golpe.

O evento ocorre nos dias 21 e 22 e será realizado em dois espaços repletos de historia na luta dos trabalhadores e, mais recentemente, na luta contra o golpe de Estado. No sábado, dia 21, desde as 10h, com o ato de abertura, com dirigentes políticos e sindicais, e no dia 22, pela manhã, será realizada na Quadra dos Bancários, próximo da Praça da Sé. No domingo (22), a partir do horário do almoço, o evento transfere suas atividades para outro ponto central da luta dos trabalhadores, desde o final da década de 70, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, local em que há pouco mais de 100 dias, o ex-presidente Lula foi cercado por milhares de manifestantes contrários à sua prisão criminosa. Nesse mesmo local, será realizada a plenária final da Conferência e um ato pela liberdade de Lula.

Para a Conferência já está confirmada a presença de mais de mil pessoas de todas as regiões do País. Nesta quinta, por exemplo, já estão partindo caravanas de regiões mais longínquas do Nordeste brasileiro. No dia seguinte outras caravanas parte de todo o País.

A iniciativa do Partido da Causa Operária e dos Comitês de Luta Contra o Golpe e pela Anulação do Impeachment, ganhou força entre o ativismo que luta contra o golpe conquistou o apoio de milhares de ativistas de comitês Lula Livre  e de dirigentes e organizações fundamentais para a luta contar o golpe e pela liberdade de Lula como é Partido dos Trabalhadores,  da Central Única dos Trabalhadores, de Comitês de Luta, criados pela Frente Brasil Popular; da Central de Movimentos Populares, de sindicatos centrais da luta dos trabalhadores como os dos Metalúrgicos do ABC, dos Bancários de São Paulo e Região, da APEOESP (dos professores estaduais paulistas), da APP (trabalhadores da Educação do Paraná), diversos dos petroleiros, dos Servidores Públicos Federais do DF, entre tantos outros.

Na reta final de preparação e mobilização para a Conferência é hora de reforçar a participação do ativismo de toda a esquerda, dos comitês, das organizações de luta dos trabalhadores, da juventude e de todos os setores dos explorados, para confirmar o papel do encontro como um centro de unificação e mobilização da esquerda que luta contra o golpe e que se opõe à política de capitulação diante dos golpistas, que lutam – verdadeiramente – pela liberdade de Lula, que defendem a derrota do golpe de estado, com a anulação do impeachment, a revogação de todas as medidas do regime golpista e a luta por eleger Lula presidente como parte da derrota da fraude que a direita quer fazer nas eleições, contra a esquerda e contra todo o povo.