Mobilização pela Conferência Nacional cresce em todo o País

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Faltando uma semana para a sua realização, a Conferência Nacional Aberta de Luta contra o Golpe, se reforça como um centro de unificação da esquerda que luta contra o regime golpista, com significativos apoios de dirigentes políticos, sindicais, populares e até de líderes de movimentos culturais e religiosos de todo o País.

A iniciativa do PCO e dos Comitês de Luta Contra o Golpe e pela Anulação do Impeachment, conquistou o apoio de milhares de ativistas de comitês Lula livre impulsionados pelo Partido dos Trabalhadores, bem como de Comitês de Luta, criados pela Frente Brasil Popular.

A presidenta do Partido dos Trabalhadores, confirmou sua presença no evento, participando do ato de abertura que acontece no sábado, dia 21, na Quadra dos Bancários, da mesma forma que centenas de outros dirigentes e parlamentares petistas que vem participando das reuniões preparatórias em todo o País e que vem se comprometendo em participar da atividade nacional, como é o caso dos companheiros Suplicy, Vicentinho, Érica Kokay, Paulo Fiorilo, Juliana Cardoso, entre tantos outros.

No movimento sindical, o presidente da maior organização dos trabalhadores do País, a CUT, Vagner Freitas, apoia a iniciativa e deverá participar da abertura e do encontro ao lado de outros “pesos-pesados” do sindicalismo cutista, como os dirigentes dos sindicatos dos metalúrgicos do ABC, dos bancários de diversos estados, dos grandes sindicatos dos professores, como a APEOESP, de São Paulo.

Organizações diversas dos explorados de todo o País da cidade e do campo, também terão dirigentes e ativistas participando da Conferência, tais como a Central de Movimentos Populares (CMP), o Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra (MST), o Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), a Frente Nacional de Lutas da Cidade e do Campo (FNL), entre outras importantes entidades. Não faltaram também militantes de movimentos de luta da juventude, dos negros e das mulheres, além de organizações de defesa dos direitos democráticos da população.

A expressiva participação em encontros locais, como o realizado pelos Educadores de São Paulo, na quinta, com mais de 200 pessoas, evidenciam que está próxima a concretização da meta de reunir mais de 1000 ativistas para um importante debate que unifique a esquerda que luta contra o golpe em torno de um programa com eixos fundamentais e com propostas concretas para impulsionar uma ampla mobilização em todo o País.

Na reta final, portanto, toda força à Conferência Nacional de Luta contra o Golpe. Inscreva-se e participe!