PIG e judiciário tentam justificar o injustificável. Nenhuma crença neles, organizar a reação

judic

A imprensa golpista buscou dar maior destaque à “reação” da alam mais reacionária do judiciário golpista que destacou a presidenta do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz, para apresentar a “defesa” injustificável do descumprimento pelo juiz fascista Sérgio Moro, pelo presidente do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4, Thompson Flores, e pela Polícia Federal, da ordem de soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, expedida no último domingo, em claro cumprimento do que determina a Constituição Federal, pelo desembargador Rogério Favreto, também]em do TRF-4.

Com alarde a Globo e demais órgãos do Partido da Imprensa Golpista, anunciaram que a ministra rejeitou no dia na terça-feira (dia 10) um pedido (feito para ser rejeitado) para conceder liberdade ao ex-presidente, sob o argumento de que o desembargador Favreto, que respondia pelo plantão naquela data, era “incopetente”para a apreciar o pedido. Não faltaram destaques para a atitude golpista de Moro de descumprir a ordem judicial, nem à iniciativa de  Flores que, mesmo estando em férias, resolveu agir para referendar a ação ilegal da PF golpista, que desconsiderou a decisão judicial, em claro ato de insubordinação.

Armou-se uma operação fraudulenta na qual o desembargador que agiu em cumprimento da Lei, pode acabar sendo punido, evidenciando a fará dos setores golpistas, súditos do imperialismo, dentro do judiciário.

Toda essa operação serviu para evidenciar, uma vez mais, para uma ampla parcela dos que lutam contra o golpe e pela liberdade de Lula, que o caminho do judiciário está totalmente “minado”, dominado pela direita golpista e que não será por essa via que será possível libertar a maior liderará popular e garantir a vontade popular de ter Lula como candidato e eleito presidente da República.
Diante dessa situação, é preciso ir além da denuncia da ação arbitrária e de perseguição política do judiciário. É preciso esclarecer que a liberdade de Lula e a vitória popular contra o golpe, não virá – como já se comprovou à exaustão – das medidas judiciais e parlamentares, mas da mobilização revolucionária dos explorados e das suas organizações de luta.
É preciso sair às ruas. E nesta luta, estar armados de um programa claro que se oponha à política de capitulação e  colaboração com os golpistas, defendidas pelos devotos do “plano B”, e que impulsione a única foram capaz de garantir uma vitória contra os golpistas: a mobilização dos trabalhadores e da juventude e das suas organizações de luta.
A tarefa do momento é fortalecer as iniciativas que apontam no sentido da mobilização e, destacadamente, a Conferência Nacional Aberta de Luta Contra o Golpe, a se realizar nos próximos dias 21 e 22, em São Paulo.