Pela liberdade sindical
Editora Abril, empresa capacho do imperialismo que vem demitindo em massa sem pagar verbas rescisórias, quer impedir ação de representantes dos trabalhadores
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editora abril - 31-10
Sede da Abril, em São Paulo | Foto: Reprodução

Em ato realizado na última sexta-feira (30), os jornalistas denunciaram a atitude da Abril, editora de uma das mais reacionárias revistas existentes do país, que fez com que o presidente do Sindicato dos Jornalistas de  São Paulo, Paulo Zocchi retornasse ao trabalho, quando, na realidade a categoria, decidiu pela sua liberação.

O ato ocorreu em frente a sede da empresa, na Marginal Tietê, na capital de São Paulo, no dia em que o dirigente se apresentava à Editora. Conforme a direção do sindicato, filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT) a gestão do sindicato termina seu mandato em agosto de 2021.

Desde 2015, foi firmado acordo com a Editora Abril de liberação de dirigentes sindicais e consta do Acordo Coletivo dos Jornalistas e, essa atitude, nada mais é de que uma perseguição, bem como, uma forma de intimidação a categoria que entraram recentemente em campanha salarial, além tentar enfraquecer a luta dos jornalistas, como não podem extinguir com a entidade representativa dos trabalhadores, utilizam-se de artifícios para minar sua representação.

Campanha salarial 2020/2021

Conforme artigo da CUT de da ultima sexta-feira (30), diz que, “na prática, a atual cassação da liberação sindical do presidente do SJSP ataca frontalmente os jornalistas, que devem sofrer consequências. Iniciaram-se as campanhas salariais dos segmentos de jornais e revistas do interior e litoral e de rádio e televisão. A do segmento de jornais e revistas da capital se iniciará nas próximas semanas”. Uma tentativa de diminuir a intensidade das negociações.

É claramente uma manobra espúria de uma empresa jornalística que sempre teve como seu mote a defesa em seus artigos dos interesses dos patrões, dos monopólios, enfim, do imperialismo, em um combate ferrenho contra a luta dos trabalhadores e, a mais recente atitude de defesa do golpe expõe a extensão nitidamente e, quanto a situação dos sindicatos, ferrenhos defensores da extinção das leis trabalhistas, como a consolidação das Leis do trabalho (CLT). Para eles nunca deveriam ter existido a representatividade dos trabalhadores, pois consideram que todos os funcionários nunca deveriam ter passado de escravos, desta forma podem fazer o que quiserem com seus funcionários.

A política de dar calote nos trabalhadores

Devido a constante demissão em massa que vem sendo realizada pela empresa, tem havido uma luta constante entre os representantes dos jornalistas e a Abril, desta forma, a partir de 2018, após uma ação judicial, a Editora Abril é obrigada, comunicar ao sindicato toda demissão que houver na empresa, no entanto, a empresa ignora tal decisão. Vários trabalhadores que já foram demitidos estão tentando até hoje receber na justiça suas verbas rescisórias.

Todo apoio ao ato dos jornalistas, nenhuma manobra contra a liberdade de organização dos trabalhadores.

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