Fascismo contra a arte
Instituto Baccarelli questiona exigências feitas pelo governo municipal e considera que o chamamento viola a isonomia e a impessoalidade, cerceando a competitividade do processo.
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Teatro Municipal | Foto por: Sr. Pacman

Mais um ataque dos fascista que governam o Brasil, com intuito de destruir arte e a cultura, sendo dessa vez o governo municipal da cidade de São Paulo. O Instituto Baccarelli que, há duas décadas, mantém projeto de formação musical e inclusão social em Heliópolis entrou com pedido de impugnação, que foi obtido pelo Estadão e confirmado pelos advogados do instituto, do edital lançado pela Prefeitura de São Paulo para escolher uma organização social responsável pela gestão do Teatro Municipal no período de novembro de 2020 a outubro de 2025. A entidade questiona exigências feitas pelo governo municipal que confirmou ter recebido o documento, mas não quis responder aos questionamentos feitos pela reportagem: em nota, disse apenas que responderá ao pedido dentro do prazo legal de cinco dias e considera que o chamamento viola a isonomia e a impessoalidade, cerceando a competitividade do processo.

“Além disso, as exigências de comprovação de experiência na gestão de equipamentos, programas e projetos de porte semelhante ao do Teatro Municipal de São Paulo e a Praça das Artes são impossíveis de se cumprir na prática, exceto pela atual entidade que gere o teatro, visto que se trata do mais complexo equipamento cultural do País”, diz o pedido. Para o Baccarelli, há nesse quesito também incoerência. “O próprio edital veda a realização de qualquer ação internacional dos corpos estáveis do Teatro Municipal de São Paulo ou da programação do equipamento em territórios estrangeiro com recursos do contrato de gestão.” O edital exige na proposta apresentada, que as concorrentes apresentem até oito parcerias internacionais para a gestão do teatro, o que seria difícil em um período de cerca de vinte dias, sendo o prazo outra das questões levantadas pelo pedido de impugnação.

O edital afirma que serão atribuídos pontos para os seguintes critérios: vanguarda, excelência, experimentação, processo decisório para definição da programação e clareza da proposta e da linha curatorial. Fazendo com que a metodologia de avaliação das propostas também está seja questionada. Para o grupo, os termos são “amplamente genéricos, sem uma definição concreta… Como resultado, os membros da Comissão Especial de Seleção terão de realizar uma análise absolutamente subjetiva para definição da pontuação de tais critérios, trazendo insegurança jurídica para o edital.”A metodologia de avaliação das propostas também está sendo questionada.

Porém, os profissionais de outras entidades ligadas à gestão em cultura ouvidos pelo Estadão, sob a condição de anonimato, afirmam ver problemas na análise de elementos específicos da atividade de ópera por um comitê essencialmente técnico, sem a presença de artistas ou especialistas na área. Sendo assim, isso tudo acaba mostrando o interesse da política de direita que está no poder no mundo inteiro, de destruir com a arte e cultura, pois os fascistas são contra as mesmas, não gostam daquilo que é bonito e que faz bem a todos.

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