Queda história de 3,8%
Será de 7,5% a queda do PIB em 2020, prevê o FMI. Desemprego que não parava de cair, volta a subir. Campeões dos sem trabalho, são a Grécia, e Espanha, com queda de 16,4% e 14,,5%
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epa05870304 Hundreds of thousands of pro EU protesters march through central London, to parliament in London, Britain, 25 March 2017. Demonstrators called for the UK to stay in the EU. Prime Minister Theresa May is set to trigger Article 50, 29 March which would start Britain's formal exit  from the European Union.  EPA/ANDY RAIN
Foto REPRODUÇÃO Exame-Abril |

Uma contração histórica de 3,8% no 1º trimestre, na zona do euro, foi anunciada pela Eurostar, agência européia de estatísticas. Nunca antes aconteceu tamanha retração desde 1995, quando foi iniciada a medição histórica do Produto Interno Bruto da região. Para o ano de 2020, a contração será ainda maior, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI). Será de 7,5% a queda do Produto Interno Bruto (PIB) para o conjunto dos 19 países da zona do euro. Não descarta ainda o FMI, de que a hecatombe provocada pelo coronavírus, seja ainda maior na economia da região.

As primeiras medições do PIB, já antecipavam o que viria para toda a zona do euro. Tombo de 5,8% na França, 5,2% na Espanha, 4,7% na Itália. Outro impacto se fez notar em conseqüência das medidas de confinamento para conter a pandemia na Europa . A inflação continuou a desacelerar. Foi de 0,4% em Abril. Após 0,7% em março. Se não levado em consideração os preços voláteis da energia, alimentos, álcool e tabaco, a desaceleração é ainda maior, 0,9% em Abril, informou a Eurostat.

Além disso, o desemprego na Eurozona começa a disparar, 7,4% (quase 12 milhões de desempregados) em março, de acordo com a agência. O mês de fevereiro, que registrara o menor nível de desemprego desde março de 2008, nos 19 países que compartilham a moeda única, ficou para trás.  A Holanda teve o menor índice 2,9% apenas. Na Alemanha, o desemprego subiu para 3,5% em março. Ela que é a maior economia da zona européia.

O desemprego na Eurozona não parava de cair desde que ficou abaixo da barreira simbólica de 10% em setembro de 2016. De abril a junho de 2013 atingiu o recorde de 12,1%, em plena crise da dívida.

Os países campeões do desemprego, são a Grécia com o maior índice 16,4% (dados de janeiro), seguida pela Espanha, com 14,5% em março.

A economia já não vinha bem. Com o coronavírus, tudo desmorona. O PIB dos Estados Unidos no 1º trimestre encolheu 4,8%. Voltam, as negras nuvens da Grande Depressão.

A Grande Depressão aconteceu em 1929. Nem resolvida a crise economia da economia em 2008, uma década após, se soma a crise provocada pelo coronavírus. A crise econômica de 2020, será maior, que a crise de 2008. Será maior, que a crise de 1929. É a crise generalizada do capitalismo em seus últimos dias.

O capitalismo petrefato precisa ser substituído por algo superior. Que venha o Socialismo.

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