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A imprensa golpista deu destaque nessa semana a um conjunto de supostos ataques de grupos criminosos na capital do Ceará e outras cidades, pintando um quadro caótico de insegurança para a população local.

O discurso, dissimulado, da imprensa é o da necessidade de ações federais para combater a criminalidade, deixando claro que o governo estadual não quer combater a criminalidade e nem mantê-la “em níveis aceitáveis”.

Não por outro motivo, políticos de direita e extrema-direita aproveitam as palavras de ordem lançadas pela imprensa e lançam propostas de mais repressão e inclusive de intervenção militar, nos moldes do que ocorreu no Rio de Janeiro. É o caso do deputado estadual, oficial da Polícia Militar, Capitão Wagner.

É preciso ficar atento à artimanha. Há um outro golpe em curso, o que passa por disseminar a “sensação de insegurança” (e não que os níveis de violência no campo e nas cidades brasileiras não seja uma verdade cruel e dolorosa) e de perda de controle pelos poderes locais, para em seguida exigirem intervenção militar. A ideia é multiplicar os pedidos, ao ponto de que grande parte do país esteja dominado pelas Forças Armadas.

Urgente se colocar contra qualquer tentativa de promover intervenção militar no Ceará antes que seja tarde, pois esse seria um primeiro passo. Não à intervenção militar do Rio de Janeiro, não à intervenção militar no Ceará. Não à intervenção militar no Brasil.

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