É preciso ampliar os Comitês e a campanha contra a intervenção imperialista na Venezuela

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O ataque do imperialismo norete-americano ao governo Venezuelano é uma tentativa de impor seu controle sobre o País e toa a região, por meio da derrubada do presidente legitimo Nicolas Maduro, e para isso usam de demagogia e cinismo. Tentaram inventar um presidente, Juan Guaido, agente dos interesses dos EUA.

Nesse momento articula-se uma clara tentativa de invasão do País sob o pretexto de ajuda humanitária, sob o controle de grupos golpistas. Eles impuseram um enorme bloqueio ao País e, agora, encenam uma “ajuda humanitária”. Essa “ajuda” é para entrar no país e dominar. Como se vê o golpe na Venezuela é diferente do Brasil, não conseguiram dar o golpe por dentro porque Maduro tem o apoio e vem mobilizando amplas parcelas do povo (incluindo milícias armadas) e dos militares.  Então eles estão tentando dar o golpe por fora, usando a intervenção militar estrangeira.

O que esta acontecendo na Venezuela serve de exemplo para situação politica brasileira. A luta politica entre o povo e o imperialismo, como se vê não se trata de uma luta interna mas de caráter internacional.

A Venezuela tem um governo nacionalista que adotou, por força da pressão popular, medidas contra o imperialismo e várias medidas de interesse e proteção social. O ataque do imperialismo à Venezuela é um ataque a todos os povos do mundo e em particular aos povos latinos americanos. Por isso a importância decisiva de apoiar essa luta, no Brasil e em todo o continente.

Para combater o imperialismo é preciso organizar uma ampla mobilização. Levar adiante uma campanha com um conjunto sistemático de ações (panfletagem, cartazes, atividades de esclarecimento etc.), o que só pode ser feito coletivamente.  Uma ferramenta decisiva nessa luta são Comitês de Luta  contra o golpe, em Defesa da Venezuela etc.. Órgãos coletivos que precisam ter  atividades diárias nas ruas, praças, escolas etc.

Ato Venezuela 01