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Cortando tudo o que pode em relação aos serviços que o Estado presta à população, Temer não é tão severo assim com os grandes empresários. O governo perdoou, no último parcelamento de créditos tributários, nada menos que R$ 62 bilhões. De 2017 para cá, o governo golpista já deixou de arrecadar R$ 155 bilhões de dívidas de empresas.

No outro lado da prioridade do governo golpista, a verba para educação sofreu um corte de mais de 30% neste ano, além dos cortes em vários ministérios e redução de verbas para o Bolsa Família.

O “perdão” foi tão absurdo que Temer foi criticado até mesmo pelo chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Malaquias: “Renunciamos mais que o previsto”.

É interessante perceber também que cerca de 85% das empresas ativas não têm débito com a União, e 62% do valor está concentrado em 0,5% de empresas devedoras. Só os bancos, um dos setores que mais efusivamente apoiou o golpe e as “reformas” neoliberais, devem R$ 124 milhões.

Para completar, a MP 795, aprovada em silêncio pelo governo golpista, perdoou R$ 54 bilhões de gigantes internacionais do petróleo que atuam no Brasil. Especialistas calculam que, em 25 anos, essa medida irá proporcionar uma renúncia fiscal de mais de 1 trilhão de reais.

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