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Para o julgamento de Lula, a Justiça Federal se utilizou das famosas e ilegais delações premiadas. São depoimentos colhidos à força, sob chantagem e pressão física e psicológica. É o que tradicionalmente acontece nas delegacias de polícia.

Uma das principais pessoas responsáveis por ceder informações para a polícia e justiça federal, no caso de Lula, foi José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS.

Diante desse serviço prestado ao golpe de Estado, o mesmo Tribunal Regional Federal decidiu reduzir a pena de Léo Pinheiro e, com isso, pode colocar o delator fora das grades em breve.

O tribunal golpista também reduziu a pena de Agenor Magalhães, também da OAS, que passou de 6 anos para 1 ano e 10 meses em regime aberto, com o pagamento de R$ 155,6 mil de multa.
Os dois empresários tiveram papel principal na tentativa de constituição de provas contra Lula. Tentativa frustrada, mas o judiciário golpista, na luta contra seus inimigos políticos dispensou provas e se baseia, apenas, na conversa de empresários.

A liberdade dos empresários é a devolução dos serviços prestados na tentativa de levar Lula para a cadeia. Isso mostra, também, que não há saída negociada, e que os golpistas querem, mesmo, Lula fora do regime político, se possível, preso.

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