Educação
O governador tucano aplica a política bolsonarista de “deixar morrer quem tiver que morrer” nas escolas estaduais de São Paulo.
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As escolas paulistas vão se transformar em vetores de expansão do COVID-19. | Reprodução.

O governo fascista de João Doria (PSDB), quer o retorno das atividades escolares extracurriculares para o dia 8 de setembro. A volta definitiva às aulas presenciais está anunciada para 7 de outubro.

Os professores terão que ministrar aulas presenciais e online, o que caracteriza sobrecarga de trabalho. O secretário da educação, Rossieli Soares, afirmou que o Estado vai garantir as condições de segurança adequadas para o retorno.

Professores, alunos, funcionários da educação estadual de São Paulo e pais de família sabem que as escolas, em tempos de normalidade, não garantem as condições mínimas para o andamento das atividades pedagógicas. Faltam funcionários suficientes para a limpeza, as condições de infraestrutura das escolas são deterioradas, as salas de aula superlotadas e se verificam outros tipos de problemas, como falta de materiais didáticos, papel higiênico nos banheiros.

O fato é que o governo Doria, que aplica a política bolsonarista de “deixar morrer quem tiver que morrer”, quer expor a comunidade ao contágio e à morte pelo coronavírus. A volta às aulas na rede estadual do Amazonas, no período de 20 dias, infectou 342 professores.

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