Doria quer educação fascista
Doria faz demagogia para tentar agradar extrema direita, censurando professores e materiais didáticos
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Doria surfou na onda de extrema direita bolsonarista. |

O governador golpista do Estado de São Paulo, João Doria, mandou recolher apostilas do 8º ano da rede estadual de ensino público. A justificativa é a de que as apostilas fazem “ideologia de gênero”.

O termo “ideologia de gênero” vem dos setores mais conservadores e direitistas da igreja católica e posteriormente atingiu outras igrejas. É amplamente utilizado por setores da direita como o dos defensores da “Escola sem partido”, também conhecido como “Escola com fascismo”, política fascista de tentativa de censurar os professores e trabalhadores da educação, transformando matérias escolares em caso de polícia e tentando desmobilizar setores muito bem organizados da esquerda brasileira, como é o caso dos professores e de estudantes.

Doria, que surfou na onda da extrema direita bolsonarista durante a eleição que o levou a governador do estado, não faz nada mais do que demagogia com os setores mais fascistas e reacionários brasileiros, com o intuito de tentar conquistar esses setores para as próximas eleições. A censura, que fere direitos democráticos como a liberdade de cátedra, corresponde ao clima fascista criado pelo golpe.

A política obscurantista pós golpe de 2016 só poderá ser combatida nas ruas. É necessário que os trabalhadores se organizem sob as palavras de ordem de “Fora Bolsonaro” e “Lula Livre”, para derrotar o golpe e garantir os direitos democráticos da população.

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