Política genocida
Mais uma medida odiosa, do fascista Dória, foi a determinação da volta ao trabalho dos metroviários idosos, com mais de 60 anos
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João Dória (PSDB), governador golpsita de São Paulo | Foto: Reprodução

Não é novidade para ninguém quando o assunto é a política genocida do governador almofadinha de São Paulo, João Dória. Uma figura deplorável, impopular ao extremo, odiado, principalmente, pelas camadas mais populares da sociedade.

Mais uma medida odiosa, do fascista Dória, foi a determinação da volta ao trabalho dos metroviários idosos, com mais de 60 anos, que fazem parte do grupo de risco e que estavam em regime de quarentena por conta da pandemia do coronavírus.

É visível que tal determinação vai no sentido de beneficiar os interesses dos grandes empresários e banqueiros, do qual é um representante direto, como forma de flexibilizar a quarentena e com isso “suprir” a demanda de passageiros nos transportes públicos, nem que para isso seja necessário ceifar a vida de milhares de pessoas.

No último dia 02 de junho foram registrados números recordes de contaminação e mortes no estado, quando houve 327 mortes e quase 7 mil novos casos confirmados de contágio em apenas 24 horas. Dados da Secretaria de Saúde do estado mostra que subiu para 73,5% a taxa de ocupação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), lembrando que esses números são dados oficiais, sendo que as subnotificações não estão computadas e, segundo especialistas, superando em quatro vezes os números de casos oficiais.

A determinação da volta ao trabalho dos idosos feito pelo genocida Dória é mais uma demonstração do caráter do seu governo para com toda a população mesmo antes do início da pandemia do coronavírus. Todo mundo se lembra, logo no início do seu governo, Dória quis dar ração como merenda para as crianças da rede Municipal e para a população pobre, tirou o leite de mais de 690 mil crianças e adolescentes pobres, mandou demolir um prédio com pessoas dentro, mandou pintar de cinza grafites tradicionais que embelezavam a avenida 23 de maio, mandou acordar mendigos com água fria em pleno inverno, proibiu crianças de repetir merenda nas escolas com marcação com tinta na mão, etc., etc. e etc.

A medida de Dória é mais uma evidência de que os trabalhadores e a população são tratados como escória por esse governo, que é tanto quanto fascista quanto Bolsonaro, que pratica as mesmas atrocidade em nível nacional.

Nesse sentido é necessário que as entidades representativas dos metroviários organizem, imediatamente, uma gigantesca mobilização de toda a categoria com vistas a preparar a greve para garantir a vida e o emprego dos trabalhadores, e que tenha como uma das palavras de ordem principais o Fora Bolsonaro, Fora Doria, Eleições Gerais.

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