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O grande gestor de desastres, João Doria, implementa, agora, mais uma medida contra a população: corte nas bolsas de auxílio para usuários de drogas. O programa, instituído pelo ex-prefeito Marcelo Haddad –PT- em sua gestão, tinha por objetivo a oferta de bolsas de auxílio, de 500 reais, em troca da prestação de serviços na cidade, como varrição de rua, reciclagem e jardinagem. A bolsa, que era vinculada ao Programa Braços Abertos, visava tratar dependentes químicos que vivem na região da Cracolândia.

O programa também possuía vínculo com Hotéis mantidos pela prefeitura, que abrigavam àqueles dependentes que antes viviam nas ruas, além de prover alimento.

Segundo afirma a Secretária Municipal de Trabalho e Empreendedorismo, o programa tem data certa para acabar: 31 de março. Este deveria ser o dia da renovação da parceria entre a Secretária e a Associação de Desenvolvimento Econômico e Social às Famílias (ADESAF), que é a organizadora responsável pelo Programa de Operação Trabalho, ligada ao Braços Abertos.

Segundo informações da Prefeitura de São Paulo, as bolsas serão trocadas por outras ações promovidas pelo governo golpista de Dória, como é o caso da Redenção, que é o programa criado pela má gestão para tratamento de dependentes químicos. Porém não se deixe enganar. As medidas de corte realizadas por João Doria, não objetivam, de forma alguma, a substituição por outros programas melhores. O fascista, junto a sua corja, visa exterminar a população dependente química.

Doria não quer simplesmente tirar os dependentes químicos das ruas e do uso de drogas. Como se sabe, a medida não é nova. Outras operações de ataque à população de São Paulo já foram realizadas na Cracolância, junto à polícia fascista, como, por exemplo, demolir prédios com pessoas dentro. O golpista busca, incansavelmente, exterminar àqueles em situação de vulnerabilidade.

A desculpa fajuta do golpista é que o programa criado por Haddad não atingiu os objetivos esperados. Afirma que todos os afetados pelos cortes nas bolsas não serão prejudicados, o que é uma grande mentira. Diz ainda que outros programas irão amparar a população dependente química, outra farsa.

A atuação de Doria é a mesma atuação de toda corja de golpistas que se encontram no poder. Ele não está preocupado com a população em situação desumana na Cracolândia. Pelo contrário, retira programas de auxílio. Sem esses, a Cracolândia só aumentará. Doria sabe disso. Sua gestão visa, sim, atender aos interesses da burguesia paulistana que se pudesse colocava os dependentes em fornos de cremação como fizeram os nazistas na segunda guerra.

Com o novo programa de Doria, por exemplo, um dos principais objetivos é o aumento da empregabilidade dos dependentes. O que ele mascará na definição de empregabilidade, nada mais é do que escravizar a população. A ideia do golpista é: 20 horas semanais de participação obrigatória. Sendo 8h de trabalho, 4 horas em atividades em grupo ou individuais e mais 8 horas de capacitação profissional.

As pessoas atendidas no Programa Operação Trabalho totalizam 263. O golpista afirma que boa parte (220) dos dependentes estariam em situação irregular. Logo não serão atendidas. Do total apenas 43 supostamente serão atendidas por novos programas. 43 de 263. Um número alarmante. Números que mostram a quantidade de gente que voltará para situações de risco nas ruas. Pessoas desatendidas pelo governo. É a demonstração clara da população sendo amplamente atacada pelas políticas direitistas.

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