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Segundo denúncias, a ASCOM, empresa onde atua o marido de Rosane da Silva Bertahud – coordenadora de Gestão do Sistema Único de Assistência Social (Suas) no governo de João Doria (PSDB) – vem trabalhando com o prefeito playboy sem licitação.

“O primeiro contrato emergencial, sem licitação, entre a prefeitura de São Paulo e a Ascom foi publicado no DO no dia 1º de setembro do ano passado. Também válido por 180 dias e com repasse mensal de R$ 423 mil, o contrato tem como objeto a prestação do Serviço Especializado de Abordagem Social às Pessoas em Situação de Rua, na modalidade Serviço de Apoio à Solicitação de Atendimento à Pessoa em Situação de Rua e Apoio à Emergência (Seas III). Na ocasião, a justificativa para a ausência de licitação foi a “desistência da antiga executora do serviço” e a “impossibilidade de descontinuidade do serviço no território”.

O segundo contrato emergencial entre o governo municipal e a Ascom saiu no Diário Oficial do dia 8 de janeiro deste ano. Vigente entre os dias 22 de dezembro de 2017 e 27 de fevereiro de 2018, o contrato tem o mesmo valor mensal de repasse, de R$ 423 mil. A justificativa para a dispensa de licitação foi a “não prorrogação da parceria anterior” e a “impossibilidade de interrupção do serviço”.

“Por conta desses estranhamentos, pode ter indício de corrupção, tráfico de influência, mas só quem pode agir são os órgãos competentes para fazer a investigação. Se há problema, não sei, mas que os órgãos competentes investiguem e nos deem uma resposta”, pondera o conselheiro Ricardo de Lima, autor da denúncia.

Além da série de contratos emergenciais sem licitação, a denúncia protocolada no MPE ainda inclui a suspeita de que a contratação de Samuel Bertahud, marido de Rosane da Silva Bertahud, foi efetivada por meio do programa Trabalho Novo, lançado pelo governo Doria para a empregabilidade de pessoas em situação de rua.

“Que seja investigado se as pessoas contabilizadas no Programa Trabalho Novo são realmente pessoas em situação de rua”, diz a denúncia.” (Rede Brasil Atual sobre a denúncia contra Rosane)

Isso desmascara João Doria, que surgiu como “diferente” na política. Na verdade, o “gestor” paulistano é como qualquer político da burguês; submisso às empresas privadas, altamente corruptível e contra a população trabalhadora.

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