Dólares, marqueteiros e muito mais: o que os EUA teriam dado para Bolsonaro fazer campanha no Brasil?

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Um golpe bem dado conta com o apoio e iniciativa, sempre, dos Estados Unidos da América, governo especialista em golpes de estado em todo o mundo e não poderia deixar de ser diferente no caso brasileiro.

Jair Bolsonaro já esteve nos EUA algumas vezes, tendo se reunido com direitistas norte-americanos. Inclusive, seu filho, Eduardo Bolsonaro, se reuniu em viagem recente com Steve Bannon, o homem por trás da campanha eleitoral de 2016 vencida por de Donald Trump.

Eduardo Bolsonaro, esteve, desta vez, com o senador Marco Rubio, que possui as mesmas posições políticas de bolsonaro e família, além de possuir um cunhado ligado ao tráfico de drogas.

De acordo com o jornal Los Angeles Press, Rubio “financia e apoia as aspirações do político carioca”, e Waldir Ferraz, um homem de confiança de Jair Bolsonaro, viaja com frequência para Miami, a capital da Florida, para “receber dinheiro e instruções de Rubio”.

São várias as indicações de que os EUA estão interferindo nas eleições brasileiras em favor de Bolsonaro. Isso porque o programa defendido pelo candidato da extrema direita é um programa entreguista, de venda de todo o patrimônio brasileiro.

Os EUA pretendem intensificar a exploração do país, com ajuda dos golpistas e da direita, que é composta de capachos do imperialismo, como é o caso de Bolsonaro.

Para impedir a venda do Brasil é preciso mobilizar os trabalhadores contra a direita para derrotar o golpe de Estado, através da criação e ampliação dos comitês de luta contra o golpe de Estado.