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O documentário “Torre de Donzelas” carrega o nome o qual fora chamado onde se localizava a ala feminina no Presídio Tiradentes em São Paulo. Eram cerca de 100 mulheres encarceradas, militantes opositoras do regime militar da época, ou seja, eram presas políticas. Susanna Lira retrata a convivência dessas mulheres no seu mais novo trabalho que pretende contar a história vívida por elas na ditadura militar e na luta política.

A diretora do documentário, antes, já buscou tratar de questões que envolvem a luta da mulher, no que diz respeito a suas reivindicações e direitos conquistados. Dessa vez, buscou fazer um apanhado do que foi a história das mulheres que foram presas durante o duro regime militar no Brasil, que permaneceu por 20 anos. As prisões ocorreram no fim dos anos 1960 e no começo da década de 1980, entre os períodos que o regime mais afirmou contra aqueles que tentavam por abaixo o regime fascista.

O documentário será apresentado neste semestre em diversos festivais de cinema e logo em seguida, no próximo ano já será disponibilizado para um amplo circuito. Um viés principal a ser retratado por Susanna, se dá justamente pelo companheirismo das mulheres, que se organizavam coletivamente para realizarem suas atividades e propriamente dito, organizar também a luta política em contrapartida ao regime.

Figuras importantes como a presidenta Dilma Rousseff, que também foi uma presa política nessa época, está apresentada na película. Mais do que nunca, o documentário é um instrumento de denúncia ao regime militar e a repressão sofrida por parte das mulheres e de todos aqueles que se atreveram a lutar incessantemente pelo fim da ditadura. Sabendo que o regime em si só é repressivo, mas na questão da mulher, ele é ainda mais brutal. Os incontáveis desaparecimentos de filhos, mulheres mortas ainda grávidas; a luta das mulheres durante esse período, é a luta que deve regimentar a luta contra a política de ataque às mulheres que se estabelece hoje.

O documentário conta com a colaboração de pelo menos 30 mulheres que estiveram no cárcere da “Torre das Donzelas”, incluindo Dilma Rousseff. A cineasta busca ser fiel às cenas que se passam no Presídio de Tiradentes, o mesmo que fora demolido em 1972. Assim fazendo um grande compilado da resistência dessas mulheres.

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