Ditadura imperialista: EUA inventam mais 17 acusações para perseguir Assange

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Da redação – Para perseguir o jornalista Julian Assange, o Estado norte-americano inventou mais 17 acusações contra ele sob a Lei de Espionagem de 1917. Uma lei de mais de 100 anos atrás que está sendo usada para censurar e perseguir quem ameace interesses de grandes capitalistas que controlam o regime político dos EUA. Assange poderia ser sentenciado a até 170 anos de prisão. O pretexto dessa vez são documentos revelados pelo Wikileaks em 2010, que revelaram nomes de agentes dos EUA e os teria colocado em risco.

Trata-se de um mecanismo para proteger uma série de ações secretas do governo dos EUA a qualquer custo. Ações que não passam por nenhum controle democrático, sobre as quais os cidadãos dos próprios EUA sequer ficam sabendo, muito menos têm o poder de influenciar. É um funcionamento ditatorial do regime político, e por isso estão perseguindo Assange, que sequer é cidadão dos EUA, nem está nos EUA, revelando-se a ditadura mundial que os norte-americanos estão criando para defender seus interesses.

Assange atualmente está preso no Reino Unido, depois de ser levado pela polícia da embaixada do Equador em Londres, onde esteve refugiado por sete anos.