Fora Doria
Isto deixa evidente como a direita e a burguesia são inimigos das mulheres uma vez que sua única preocupação é reprimi-las e retirar seus direitos
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Detentas cuidam de seus filhos nas cadeias | Foto: Reprodução

Se por um lado a extrema-direita esbraveja e tenta obrigar que mulheres que engravidam por estupro mantenham a gravidez mesmo com a possibilidade de aborto legal com a desculpa da defesa da vida; por outro lado fazem questão de garantir que a vida das mulheres que levam a gravidez e têm bebês seja uma verdadeira tortura. Este é o caso de São Paulo que é comandado por fascistas e que estão mantendo mulheres grávidas e que amamentam presas mesmo que tenham o direito de cuidar dos filhos fora das penitenciárias e mesmo que sejam um grupo de risco para o corona vírus.

No estado de São Paulo, são 71 mulheres que mesmo grávidas estão detidas em unidades prisionais, isto sem contar as lactantes e as que possuem filhos de até 12 anos. Para estas mulheres e seus filhos, é garantido o direito de ter a prisão revisada para implantação de um outro regime de cumprimento de pena para que possa cuidar da gestação ou dos filhos que ficam completamente abandonados pelo estado quando suas mães vão presas, geralmente por crimes irrelevantes.

Embora haja diversas decisões e determinações da própria justiça burguesa como STF e CNJ, no sentido de por exemplo garantir o regime de prisão domiciliar para mulheres nestas condições em especial com o advento da pandemia, o Tribunal de Justiça de São Paulo, tão golpista e direitista quanto Doria, não tem garantido este direito às mulheres encarceradas no estado.

Isto deixa evidente como a direita e a burguesia são inimigos das mulheres uma vez que sua única preocupação é reprimir cada vez as mulheres, retirar seus direitos; com isto fica bastante clara também a farsa dos fascistas que querem retirar o direito ao aborto até mesmo legal das mulheres, tentando obrigá-las a gestar até mesmo quando a gravidez resulta de estupro ou lhe causa risco, por se dizerem “defensores da vida”, quando na verdade não se importam nem um pouco com a vida dessas mulheres e seus filhos que tem seus direitos mais fundamentais violados durante toda a vida pelo estado burguês além de sofrerem os histéricos ataques da extrema direita.

É preciso promover uma grande mobilização popular pelos setores da esquerda, do movimento de mulheres e dos trabalhadores para exigir que estas mulheres sejam libertadas imediatamente e para barrar o avanço da extrema-direita contra as mulheres e seus direitos.

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