Ditadura do TSE: tribunal quer obrigar todo o mundo a acreditar nas urnas eletrônicas na marra

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Da redação – Nesta quinta-feira (25), o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) determinou que o YouTube e o Facebook retirem um vídeo do ar. Trata-se de uma publicação em que o candidato de extrema-direita à presidência, Jair Bolsonaro, fala que pode perder as eleições e atribui esse resultado a uma possível fraude nas urnas eletrônicas. O Ministério Público e o Relator foram contra, por considerarem, corretamente, que tais afirmações estão protegidas pelo direito à liberdade de expressão.

É uma decisão ditatorial do TSE, que de fato proíbe uma determinada opinião e atropela a liberdade de expressão. No vídeo, Bolsonaro afirma que: “A grande preocupação não é perder no voto, é perder na fraude. Então, essa possibilidade de fraude no segundo turno, talvez até no primeiro, é concreta”.

O TSE está proibindo Bolsonaro de dizer que existe possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas. Como a fraude é a favor da direita, mais uma vez os tribunais estão intervindo a favor do próprio Bolsonaro. O Judiciário golpista está encaminhando a censura para que ela aconteça sob o controle do governo de Bolsonaro, um elemento de extrema-direita. As fraudes a favor da direita ficam muito visíveis em São Paulo, onde Geraldo Alckmin venceu uma eleição para governador depois de deixar grande parte da população sem água.

Um tribunal não pode proibir uma opinião sobre as urnas eletrônicas. Não é possível obrigar todo o mundo a acreditar que as eleições controladas pela direita sejam realizadas de forma honesta. Essas eleições estão sendo fraudulentas por inúmeros motivos. E um deles é a possibilidade de fraude das urnas eletrônicas.