Dito e feito
Como ordenado em reunião com ministro, não haverão mais investigações contra sua família e a quadrilha do Planalto está a salvo
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Jair Bolsonaro durante evento do Exército | Fernando Souza/AFP
Dito e feito. O presidente fascista Jair Bolsonaro (sem partido), divulgou uma nota na tarde desta segunda-feira (25/05), após o vazamento da reunião bizarra com seus ministros, se defendendo sobre as denúncias feitas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, de que pretendia interferir politicamente em cargos técnicos na PF e ter acesso a relatórios de inteligência.
Como vimos no vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, divulgado pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF) no último dia 22, Bolsonaro aparece afirmando categoricamente, como um ditador nazista, que vai interferir ainda mais na corporação para proteger sua família. Agora, a ditadura que mencionaram o general Hamilton Mourão ao jornal Estadão, e Heleno nos últimos dias, baixou de vez em forma de ordem.
Mesmo com videos provando que o presidente falou exatamente o que falou, afirmam que são ‘levianas todas as afirmações em sentido contrário’.

A situação do Brasil é um escárnio. Presidentes cariram pelo mundo por muito menos do que interferir abertamente na PF, colocar ministros militares que afirmam que o presidente não será investigado, e ainda, ameaçando o povo com golpe militar. O povo não

vai aceitar calado este circo.

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