Perseguição política
Os empresários aproveitam que a extrema direita está no poder para perseguir politicamente os trabalhadores
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Emerson Vitalino foi uma das figuras que mais apareceu após os protestos de domingo | Foto: Reprodução

O diretor e conselheiro da torcida Gaviões da Fiel, Emerson Osasco, denunciou que foi demitido de seu trabalho por perseguição política, após liderar o ato na Av. Paulista na semana passada.

Ganhando notoriedade ao participar do protesto contra o fascismo em São Paulo no último domingo (31), a repercussão levou o patrão direitista da área de softwares, um dia após o ato.

Após toda a repercussão, as imagens chegaram no meu serviço”, afirmou o torcedor, que era contratado como pessoa jurídica da multinacional Softtek, empresa de tecnologia fundada em 1982 no México, com filial em Barueri (SP). “Há um tempo atrás eu trabalhava como quarteirizado para a empresa. No mês passado, fui absorvido para ser terceiro direto. Meu contrato era de seis meses, e eu só recebia elogios pelo meu trabalho”, contou Emerson para a Uol. Ele diz que estava de home office na tarde seguinte ao protesto quando um gerente ligou para informar que ele estava dispensado.

Emerson, que é lutador de muay thai, não deixou a perseguição atingi-lo e confirmou presença na manifestação antifascista marcada para hoje (7) em São Paulo.

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