Burguesia genocida
Fundação de um dos homens mais ricos do Brasil, que faz demagogia com projetos de educação, mostra sua verdadeira face.
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Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, foi entrevistado pelo redator-chefe de VEJA Fábio Altman
Advogado Denis Mizne | Foto: Antonio Milena/Veja.com

Utilizando uma lógica absurda, o diretor da Fundação Lemann, Denis Mizne, quer o retorno das aulas. Segundo o advogado de 44 anos é “difícil compreender por que o último setor para que iremos discutir protocolos de reabertura seja o setor educacional.” E compara a educação, inclusive de crianças, com outros setores econômicos. Sua explicação expressa como os capitalistas abutres raciocinam com uma preocupação fria nos lucros e assumindo mortes de crianças com naturalidade.

Então, há uma tentativa de justificar o injustificável com decisões questionáveis dos governos país afora: “Quando a gente vê as cidades autorizando o funcionamento de restaurantes, bares, shoppings, todo tipo de comércio, me parece uma resposta excessivamente pautada na pressão de alguns grupos”. Na cabeça do diretor-executivo, existe a necessidade de reabrir escolas o quanto antes por causa dos enormes prejuízos para a saúde mental e o aprendizado dos alunos.

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